Seu filho é chato para comer?

A minha é … Na verdade não que ela seja chata, mas parece que tudo no mundo é mais interessante do que comer. É difícil fazer com que ela mantenha o foco na refeição, e foi assim desde sempre. Quando as frutas foram introduzidas e depois as comidas amassadas, iniciou minha saga. Em cada horário de refeição, eu tinha que separar um bom tempo, pois era uma novela.
E quem me conhece sabe que eu não sou a senhora paciência. Foi aí que surgiu a ideia do Jogo da Boa Alimentação. Nós já tínhamos o Mural das Conquistas Comendo Bem, mas como eu usava o Mural para outros objetivos com ela, queria algo diferente e que envolvesse todos nós.
Aqui em casa a família consegue quase sempre estar junta, então conseguimos todos participar. O jogo é simples, mas funciona muito bem. Cada lado do dado tem uma instrução, relacionada à alimentação que quem tira tem que cumprir. Mais uma vez, a nossa super parceira, a nutricionista Ana Terrazan revisou o trabalho e os dados surgiram.
Você monta os dados e cola os adesivos conforme a necessidade de seu filho. Tem itens mais voltados para criança que precisam comer mais (como por exemplo: comer uma colherada bem grande ou comer duas colheradas). Tem itens para criança diversificar o que come, como por exemplo: comer o que menos gosta, comer algo verde, comer algo amarelo ou branco. Também tem os prediletos que tornam o jogo uma brincadeira, que é o “pula a vez” e o “chefe manda”. São 12 itens que você pode montar em 1 ou 2 dados.
Como é um jogo para toda família, a criança não é o centro das atenções e ela vê ao longo dos dias o pai e a mãe comendo coisas que não gostam tanto, experimentando de tudo, mastigando com mais calma… Enfim, todos ganham, se divertem e se conhecem um pouquinho mais. Depois de 8 anos de casada descobri que meu marido não gosta muito de tomate 🙂

Beijo e até o próximo,

Juliana

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Alimentação Variada x Paladar Restritivo

frutas

Antes de falar um pouquinho a respeito deste tema que gera tanta angustia nos pais, gostaria de me apresentar: meu nome é Daniella Miranda, sou Nutricionista e a partir deste mês irei participar aqui no blog da BBDU apresentando temas relacionados à alimentação dos pequenos.

 Uma queixa muito frequente entre os pais é que seus filhos são muito restritivos, aceitam somente os mesmos alimentos. Usualmente esses alimentos bem aceitos são lácteos, pães, massas, arroz e doces (cuidado com os doces! – tema de próximos posts). O que tende a ser menos aceito são os vegetais e frutas cítricas. Sabemos o quanto é importante que a alimentação das crianças (e de todo mundo) seja variada e colorida pois isto é sinônimo de alimentação rica em diferentes micronutrientes. Mas então, como estimular seu filho a experimentar novos alimentos e estimulá-lo? Segue aqui minhas dicas:

1) Dê o exemplo: para tudo na vida os pais são o exemplo não é mesmo?! E na alimentação não seria diferente! Sabemos que a partir do 1º ano a criança volta sua atenção para o comportamento dos adultos e que a chance de ela aceitar um alimento quando os pais além de lhe oferecerem também o consomem é muito maior. Não adianta você oferecer ao seu filho um prato com saladas se você mesmo não se serve disto. O mesmo serve para os alimentos que você julga que ele não deve comer!

2) Não faça chantagens: se você atrelar a sobremesa ao consumo de determinado alimento que você quer que seu filho experimente, isso vai criar na mente dele a noção de que para ganhar aquilo que ele gosta e lhe dá prazer (o doce) ele precisa comer algo que é ruim (o brócolis, por exemplo). Esta atitude só reforça a rejeição da criança e fortaleça a ideia de que aquele alimento não é gostoso, afinal de contas você precisa recompensá-lo para que o consuma.

3) Não desista: se seu filho recusar determinado alimento, procure oferecê-lo novamente em outras refeições. São necessárias em média, oito a dez exposições a um novo alimento para que ele seja aceito pela criança. Mas é importante que você não obrigue a criança a comê-lo! Coloque no prato do seu filho o alimento, peça para que ele experimente-o, mas se ele se recusar deixe e repita isto nas próximas refeições

4) Não misture ou liquidifique: é importante que o seu filho reconheça e perceba os diferentes alimentos e texturas. Mesmo no início da introdução alimentar os alimentos não devem ser liquidificados e sim amassados, apresentados em forma de papa ou purê. Além disso uma alimentação toda misturada/liquidificada não é nada atrativa não é mesmo?!

5) Não substitua as refeições por bebida láctea: a substituição frequente das refeições por bebida láctea (leite com suplemento, leite com achocolatado, iogurte, petit suisse) pode causar excesso de peso e anemia. Ademais, a criança se condiciona a oferta de um substituto para a refeição recusada o que reforça o desinteresse pelos demais alimentos.

6) Chame seu filho para participar do preparo das refeições: isto serve somente para as crianças maiorzinhas mas é uma ótima estratégia para estimulá-los a experimentar novos alimentos ou preparações. Convide seu filho para lavar uma fruta ou vegetal, separar os ingredientes das preparações, montar sanduiches, amassar a massa de biscoitos/pães e etc. Isto vai fazer com que ele se interesse em comer aquilo que ajudou a preparar. Porém tenha sempre o cuidado de mantê-los longe do fogão e facas.

7) Capriche na apresentação: lembrem-se que nós ‘comemos também com os olhos’. Prepare refeições atrativas, coloridas, criativas, com desenhos, as quais despertarão maior interesse das crianças. Vide foto:

8) Mantenha a calma: esta é uma dica muito importante! Muitos pais se frustram ou se irritam pois seus filhos são restritivos e este é um sentimento normal, mas que não deve ser demonstrado aos pequenos. Se os pais se ‘descontrolam’ as crianças percebem e podem ficar ainda mais inseguras e resistentes a mudança na alimentação. Busque ter paciência e siga investindo na nutrição do seu filho!

E não se esqueça, quanto mais cedo seu filho for apresentado aos diferentes alimentos mais fácil será sua aceitação! Por isso varie os alimentos ofertados desde a introdução da alimentação complementar (a partir dos 6 meses).

salada

almoco

Com carinho

Nutri Daniella Miranda

CRN2 11488

nutri.daniellam@gmail.com

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MEU FILHO NÃO QUER COMER! – Novo serviço em Porto Alegre – RS

Hoje viemos contar uma novidade! A Nutricionista Aline Pinto Woehlert está começando um novo serviço de consultoria alimentar para famílias. É um trabalho bem bacana e lúdico e que utilizará recursos conhecidos e aprovados por nós, como o nosso Mural das Conquistas, Jogo da Boa Alimentação e Pote do Reconhecimento. Ela escreveu um textinho para nosso blog, falando um pouco do que ela pensa e de como será este trabalho. Fica a dica para quem é de Porto Alegre.

Uma grande dúvida que surge com freqüência é “o que fazer quando meu filho não quer comer?”. Se em casa a hora das refeições passou de “prazerosa” à “pavorosa” porque a criança resolve recusar tudo que lhe é oferecido, saiba que você não está sozinha. Esta situação é muito frequente e vivida por muitos pais.
O desmame é o primeiro contato com o alimento, portanto é quando os pais devem começar a atuar com desafios e paciência. Muitas vezes acontece de a criança apresentar alguma dificuldade nesta primeira fase, fazendo com que facilitemos o preparo, mas esquecemos de voltar a oferecer o alimento de forma com que a faça mastigar. Nesta fase, devemos estimular a criança com desafios, pois faz parte do processo de aprendizagem. Lembre-se que novas texturas, cores e sabores são novidades para ela, e este começo é fundamental e ajudará você lá na frente.
Outro erro bem comum que cometemos é substituir a refeição adequada por algo que a criança goste ou queira no momento como nuggets, mamadeira, somente arroz ou massa, biscoitinhos entre outros. Ao agirmos desta forma estaremos amenizando uma situação com uma solução inadequada, pois no dia seguinte ela voltará a repetir suas ações em busca do que quer. A criança sabe, desde o aleitamento materno, que através da alimentação consegue influenciar os pais, pois é um momento que os preocupa.
Procure oferecer alimentos diferentes em cada refeição, tente não dar muita importância a resistência que pode haver ao que é novo e mantenha uma rotina alimentar para que no horário da refeição a criança já esteja com fome. Sirva porções adequadas, pois a criança ficará feliz em comer tudo o que foi servido e lembre-se que o visual também conta muito nestas horas. Nem sempre o paladar, a textura ou mesmo a cor dos alimentos vai agradar de primeira, o que devemos observar é se a resistência ao mesmo alimento ocorre com freqüência ou se é só de vez em quando. Por isto devemos oferecê-lo mais de uma vez para definirmos se realmente a criança gosta ou não. Tente manter o prato sempre com valor nutritivo e completo em nutrientes (carboidrato, proteína, fibras, vitaminas e sais minerais). Minimize as distrações na hora das refeições como televisão, jogos eletrônicos etc, pois assim a criança não vê o que come ou perde completamente o interesse pela comida. Evite recompensas como “se você comer tudo ganha sobremesa”, pois a criança precisa entender que deve se alimentar de forma adequada para sua saúde e não porque irá ganhar o que gosta.
E por fim, nunca substitua a refeição por alimentos que a criança tenha preferência. Explique que é aquilo que tem e que se não comer naquele momento, terá que comê-lo na próxima refeição. Faça cumprir suas regras! É para o bem do seu próprio filho!

Foi pensando nesta preocupação, que resolvi encarar o desafio de orientar crianças e familiares, de forma lúdica e divertida contando com o apoio da BBDU, no ambiente onde eles estão à vontade: em casa. A proposta de trabalho é fazer com que a criança alcance pequenos objetivos por vez através de jogos, brincadeiras, conversa e interação com a família. O incentivo à atividade física também faz parte do projeto, pois nutrição e exercício andam juntos para a formação de hábitos saudáveis.
Entre em contato pelo fone/whats (51)8571-3642 (OI) e comece logo a cuidar da saúde da sua família!
Aline Pinto Woehlert
Nutricionista – CRN²5092

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Alimentação Infantil – Dicas úteis para ajudar você e seu filho

Sabemos que a alimentação infantil nem sempre é tarefa fácil. Mas acima de tudo, é um gesto de carinho, afeto e cuidado! Temos na comida o conforto, os nutrientes, e as vitaminas necessárias para o desenvolvimento saudável.
Sabe-se que a alimentação saudável é treino diário. É necessário mostrar empenho e fazer com que as crianças participem do processo de criação da comida. É em casa que a criança aprende a comer bem, de forma saudável e consciente. Cuide com o que você come na frente do seu filho. Exemplos são tudo!
Para que seu filho goste de um alimento, é necessário que ele o prove várias vezes. Ele precisa ter contato várias vezes. Pensando nisso, é bom envolver a criança. Faça com que seu filho participe na criação de uma mini horta, por exemplo. Mesmo morando em apartamentos pequenos, pode-se plantar em jardineiras temperos, verduras… isso estimula a criança a cuidar e dar valor ao alimento. Um incentivo positivo na hora de montar o prato: comer o que plantou!
Outra dica bem bacana é envolver a criança no planejamento do cardápio e das compras do mês, gerando envolvimento e comprometimento com o que está sendo planejado, além de ser uma ótima oportunidade de trocas e para que você ensine mais sobre os alimentos e nutrientes.
Todas as atenções devem ser voltadas à refeição. Nada de tablet, ipad, televisão ou celular na hora da comida. O momento da refeição é uma oportunidade para família estar junta e interagir.
Mandamentos da boa alimentação infantil:
• Comer sentado à mesa
• Comer sem distrações
• Comer sozinho
• Ter cinco cores no prato
• Experimentar novos alimentos
• Comida não é moeda de troca
• As regras da boa alimentação devem valer para a família. Dê exemplo.

A BBDU quer estar sempre ao lado dos papais e mamães para dar aquela mãozinha em todas as horas, e ajudar seu filho a comer melhor é uma delas. Por isso, desenvolvemos uma linha de produtos que podem auxiliar nesse processo, que nem sempre é fácil à família.

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Jogo da Boa Alimentação: Criativo e estimulante, é um jogo para toda a família praticar nas refeições. É um jogo de dados, onde em cada face há uma tarefa a ser cumprida, como por exemplo: “Comer uma coisa amarela ou branca”, “Chefe manda”, “Comer a coisa que menos gosta na mesa” “Mastigar 20 vezes o que quiser antes de engolir” entre outras. Cada um joga e tem que cumprir o que é proposto. Embora seja um jogo, não é uma competição, não há ganhadores. Ou melhor, todos ganham!

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Mural Comer Bem: Comer bem e saber ter uma vida saudável nem sempre é muito fácil, ainda mais ensinar isso aos pequenos, então criamos este mural, para ajudar papais e mamães nesta missão, fazendo dela uma brincadeira gostosa. É um mural metálico com ímãs de atividades que estimulam a boa alimentação, criadas em parceria com uma nutricionista infantil, e estrelas. Ao cumprir de cada tarefa, a criança ganha uma estrela.
Pote do Reconhecimento: Pode ser usado no controle alimentar de crianças obesas ou na redução de algum item que esteja sendo consumido em excesso como refrigerante, frituras ou guloseimas.
Combinar regras ou objetivos e premiar a criança pela sua conquista é uma forma saudável de estimulá-la a atingir suas próprias metas e cumprir com o combinado. O reconhecimento é um dos fatores de sucesso mais importantes para nós seres humanos.

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O uso do pote é simples, basta combinar o objetivo, a criança “se comprometerá” com ele “assinando” na tampa do pote o seu compromisso de fazer o pote ficar cheinho, a cada dia que o objetivo é atingido ela coloca uma pedrinha no pote (as pedrinhas parecem pedras preciosas e elas adoram). Pronto! Quando o pote ficar cheinho (após pelo menos 50 dias) a criança já estará acostumada com a mudança e se a família desejar uma recompensa pode ser dada.

Se você quiser saber mais sobre estes produtos, também pode assistir aos vídeos que preparamos com muito carinho em nossa canal do Youtube: BBDU_videos.

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Alimentação saudável: começa em casa e pode ser bem divertido!

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Uma alimentação saudável é importante desde o nascimento à terceira idade, mas é na primeira infância que devemos introduzir bons hábitos alimentares, preconizando que a criança se alimente de forma adequada.
Sabemos que estes hábitos vão mudando ao longo da vida por diversos motivos, preferências, sensações de prazer ou desprazer, influências… No entanto, o ato de se alimentar vai sendo construído diariamente, e os pais são os maiores exemplos para os filhos, seja na escolha dos alimentos ou na forma como se portam à mesa. Se você pretende que seu filho coma brócolis, sirva no seu prato também. Se quer que ele se concentre na comida, faça isso também e não leve o celular à mesa, por exemplo.
Esse aprendizado por parte da criança não se baseia apenas em oferecer alimentos saudáveis. É importante que as refeições sejam feitas em local adequado, ambiente calmo e, de preferência, com a família. Televisão ligada, celulares e outras distrações não são indicadas, mas isso não quer dizer que este momento não possa ser de descontração e de conversa entre a família.
Abaixo, listamos umas dicas bem interessantes citadas pela Nutricionista Carolina Pitta (CRN1 9379), para melhorar o consumo de frutas e verduras no cardápio da família:
1. Aproveite a facilidade da internet e faça pesquisa sobre os vegetais e frutas que são mais consumidos em casa. Assim as crianças conhecem o alimento e seus benefícios, ou os malefícios pela falta de consumo;
2. Leve as crianças para a feira ou para o supermercado e peça ajuda no momento da seleção das frutas e vegetais. Aproveite esse momento para mostrar as cores, as texturas, os cheiros;
3. Seja um exemplo, consuma frutas e vegetais, diariamente, na presença das crianças;
4. Mesmo que a refeição fique no fogão, a salada deve estar na mesa e, se possível, que contenha uma ou duas frutas para serem consumidas como sobremesa;
5. Nunca deixe de oferecer frutas e vegetais. O importante é variar nas formas de preparo e corte;
6. Faça preparações que favoreçam a presença de frutas e vegetais. Desta forma a alimentação ficará mais rica em fibras, vitaminas, sais minerais e água, além das proteínas, carboidratos e lipídeos;
7. Nunca force o consumo de vegetais, seja por obrigação, seja troca, seja por chantagem. Essa prática pode levar à aversão ou trauma alimentar. Apenas ofereça, fale dos benefícios e consuma na presença dos filhos.

Além dessas dicas, a BBDU possui ferramentas que poderão auxiliar na introdução de novos e mais saudáveis hábitos alimentares. Uma novidade aqui é o Jogo da Boa Alimentação, um dado para ser usado por todos à mesa. Como falamos acima, a hora da refeição não precisa ser séria e sem atrativos. Este tipo de jogo envolve a família e incentiva a criança à experimentar novos sabores! Conheça o Jogo e saiba mais em nosso site: http://www.bbdu.com.br

Lanches Escolares Saudáveis

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Hoje teremos um post preparado pela querida Nutricionista CAROLINE AYRES. É sempre bom ter dicas e ideias do que oferecer para nossos pequenos. Então lá vai o que a Carol preparou para nós.

 

 

O que colocar na lancheira do meu filho?
A maioria das creches disponibilizam os lanches, porém a sugestão para bebês até 1 ano de vida é apenas frutas. Qualquer fruta pode ser utilizada, dê preferência para fruta da época e orgânica. O ideal é preparar na hora do lanche, mas se não for possível, escolher frutas que podem ficar um tempo descascadas, sem escurecer, como por exemplo, o melão, o mamão, o kiwi, a melancia. Exemplos de frutas que podem ser oferecidas: goiabada, mirtilo, morango, banana, maçã, caqui, pêra, manga, abacaxi, ameixa, figo, bergamota, laranja, framboesa, abacate, amora, pêssego. Resumindo o lanche ideal até 1 ano: fruta e água.
Após 1 ano de vida, o ideal é oferecer a fruta mais um carboidrato integral, como por exemplo: pães integrais, bolos caseiros integrais, bolachas caseiras integrais. Algumas crianças que frequentam colégios devem levar o lanche de casa, o que gera muitas dúvidas entre as mamães, como: o que levar?
Abaixo seguem algumas sugestões de lanches para crianças pré-escolares e escolares, porém a dica mais importante é organização! O ideal é planejar (junto com a criança fica mais divertido) o cardápio dos lanches para toda a semana, assim poderá comprar os ingredientes com antecedência. Sugiro fazer o planejamento no sábado ou domingo.
Quanto mais caseiro o lanche mais adequado ele será, porém não se culpe se precisar comprar alguns produtos industrializados. Em relação aos sucos de “caixinhas” não recomendo nenhum, recomendo apenas o suco natural sem açúcar (pode comprar um copo bem bacana e “adesivar” com as lindas etiquetas BBDU, assim não “perderemos” para os sucos industrializados com personagens na embalagem).
Orientações importantes:
– A água e a fruta estarão sempre nas opções.
– Preferir as frutas que podem ir com casca, permitindo um maior aproveitamento das vitaminas e minerais. Algumas professoras (queridas!!!!) descascam as frutas, verifique se a professora do seu filho tem esta conduta.
– Sucos: Preferir oferecer sucos naturais (mesmo que fazendo horas antes e perdendo vitaminas, porém sei que não há conservantes e aditivos). Uma opção pronta é os sucos integrais de uva em garrafa (preferir orgânicos). Uma ideia bacana é comprar uma garrafinha térmica e colar adesivos de personagens ou imagens que os pequenos gostam.
– Uma dica de ouro é transformar um simples sanduíche em uma linda borboleta ou flor ou avião. Ou mesmo aquele bolo caseiro integral em coração ou carros. Oriento a usar formas/cortadores para fazer formatos divertidos, imagina abrir a lancheira e encontrar uma bela borboleta ou um coração!!!!!
Opções de lanches:
Opção 01:
– Água
– Fruta fresca
– Iogurte natural
– Granola
– Castanha-do-para picadinha
OBS: acondicionar a granola e castanha em potinhos separados, misturar na hora do lanche.

Opção 02:
– Água
– Fruta seca
– Sanduíche de coração com pão integral e pasta de ricota com cenoura
– Suco de uva integral

Opção 03:
– Água
– Fruta fresca
– Bolo integral de laranja
– Suco de laranja ou melancia

Opção 04:
– Água
– Fruta fresca
– Sanduíche de avião com queijo cottage ou pasta de cenoura
– Suco de manga

Opção 05:
– Água
– Fruta fresca
– Iogurte natural com aveia em flocos ou Corn Flakes
– Cookies integral orgânico da marca jasmine

OBS: dias de educação física e muito calor, água de coco é bem vinda (de preferência colocar na garrafinha térmica). Importante: água de coco não substituí água pura!

Por:

Nutricionista Mestre Caroline Ayres – CRN2 6806
Mestre e Doutoranda em Saúde da Criança e do Adolescente – UFRGS
Consultórios: Av. Taquara 596/sala: 302. Bairro Petrópolis
Rua Padre Chagas 247/sala: 403. Bairro: Moinhos de Vento
Email: nutricarolayres@hotmail.com – Cel: (51) 9666.7913 (51) 93958912

Comendo bem!

Olá pessoal!
Hoje estou aqui para falar um pouco deste trabalho em conjunto com as meninas da BBDU!
Elaboramos um Mural das conquistas – Comendo bem, para ajudar aquelas famílias que estão com algumas dificuldades em estabelecer as regras e a rotina alimentar da criançada!
Como eu já falei muitas e muitas vezes a alimentação variada, equilibrada é fundamental para o bom crescimento e desenvolvimento infantil.
Também já sabemos que a formação do hábito alimentar saudável deve iniciar na infância, preferencialmente no momento da introdução da alimentação complementar, com a oferta variada de todos os grupos alimentares. E claro, mantendo uma alimentação isenta de sacarose, minimamente até o primeiro ano de vida, idealmente até os 2 ou 3 anos. Além de alguns cuidados básicos com alimentos industrializados que podem ter excesso de sódio e gorduras.
Acontece que em alguns casos os hábitos já estão formados, e nem sempre a alimentação saudável está fazendo parte da rotina das famílias. Pensando nisto, desenvolvemos este mural, que pode ser uma ferramenta auxiliar ao tratamento de crianças cujo a alimentação não está adequada, por diversos motivos!
Nosso objetivo é fazer com que alguns pontos básico e iniciais da alimentação saudável possam ser retomados e incorporados à rotina familiar. E porque familiar? Porque não podemos esperar que a criança faça mudanças sem o apoio e comprometimento da família.
Se esperamos que as crianças tomem mais água, é necessário que a água esteja disponível, ao alcance da criança. E para crianças mais novas, é importante que a água seja ofertada.
Quando queremos que as crianças comam mais frutas, verduras, legumes, precisamos fazer com que as crianças conheçam estes alimentos, tanto para que estabeleçam uma relação de curiosidade, para provar novos alimentos; quanto para que identifiquem estes alimentos como parte da rotina.
Vale lembrar que a família, tenha ela a composição que tiver, é o ponto de apoio da criança em tratamento para reeducação alimentar. Sejam os exemplos para suas crianças, e participem com elas desta jornada em busca de conquistas, não apenas para a alimentação saudável, mas principalmente para uma melhor qualidade de vida na infância e no futuro.
Então, conversem com as crianças, organizem suas regras e vamos às conquistas! 🙂
Ah! Nas orientações para utilização do material as famílias vão encontrar dicas de como organizar as metas com as crianças, e também uma tabela com as porções diárias dos grupos alimentares, por faixa etária e ainda alguns exemplos de porções!!!
Bjs Nutri Ana Terrazzan

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