Organização e Rotina – Soluções BBDU que dão uma mãozinha.

Toda criança precisa de rotina, você concorda?

Minha natureza não é muito organizada, eu aprendi a ser organizada. Quando a Duda nasceu ganhei muitos livros sobre como ensinar diversas coisas ao bebê. Este tema é bastante polêmico, e em outro momento será abordado. O ponto aqui é a importância da rotina para criança e este termo muitas vezes é confundido com disciplina, rigidez, cronogramas “imexíveis”, ente outros. A rotina que a criança precisa é a que possibilita ela antecipar o que vem depois, é a da previsibilidade dos acontecimentos.
Pense em você: mentalmente você não planeja seu dia? Não organiza o que vai fazer antes e depois? Quando algo inesperado acontece gera uma dose de ansiedade e costumamos dizer “bagunçou o meu dia”. Então imagine para a criança, que está num turbilhão de novos aprendizados, é reconfortante e organizador saber o que já aconteceu e o que vai acontecer. Especialmente nos dias atuais, que as crianças têm muitas atividades, é bom para elas saberem que dia terão inglês, qual o dia da natação e demais atividades.
O Meu Mural de Atividades foi pensado para isso, para auxiliar a criança visualizar a sequência das atividades que ela tem ao longo das semanas. Ele não é para um passo a passo do dia, para isso temos o Mural das Rotinas Diárias. Nem todas as crianças precisarão de um passo a passo tão detalhado para se organizar, mas sabemos que para algumas isso será importante.
Muitas mães nos perguntam se podem colocar tudo em um mural só, nós não recomendamos, pois, são coisas diferentes. A BBDU trabalha com 3 tipos de murais com objetivos diferentes: um é o de atividades que a acabamos de falar, que ajuda a criança visualizar suas atividades e organizar melhor sabendo das atividades que tem hoje, que teve ontem e que terá amanhã.
O Mural das Rotinas Diárias é um detalhamento de tudo o que é feito no dia, para criança lembrar que ela acorda, escova os dentes e assim por diante.
Já o Mural das Conquistas (que temos várias variações dele) é um mural de reconhecimento, que deve ser usado para reconhecer comportamentos que queremos melhorar com a criança. Por exemplo, se o banho é algo tranquilo e natural para criança e eu quero somente lembrá-la que depois da escola ela deve tomar banho, usa-se o Mural de Atividades. Já se o banho é algo que a criança reclama, todo dia é uma briga para fazê-la tomar banho, então o Mural das Conquistas é o mais indicado, pois sempre que ela for para o banho sem reclamar ganhará uma estrelinha.
Com isso não estou dizendo que você precisa de todos, só queremos ajudá-la a escolher o melhor mural para as necessidades da família. E como temos sempre uma preocupação em oferecer soluções flexíveis e que cheguem facilmente nas famílias, todas nossas opções de murais tem sua versão somente imãs, que você pode usar em qualquer base metálica.

Quem quiser saber mais, dá uma olhadinha lá no site http://www.bbdu.com.br, tem fotinhos de cada um e uns vídeos também.

Beijo, Juliana

Orientando as crianças sobre Emoções

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À medida que vão crescendo, muitas vezes as crianças não entendem porque estão se sentindo de determinada maneira. No entanto, elas podem aprender sobre os sentimentos e emoções através de várias atividades. Ensinar uma criança as diferentes emoções que ela irá experimentar vai ajudá-la a entender melhor o motivo de ela estar triste, feliz ou zangada. É papel dos adultos serem guias neste entendimento, pois somente assim as crianças poderão desenvolver a leitura dos sentimentos dos outros também, e a chamada empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro).

É com o tempo que os nossos pequenos aprendem a falar, andar e também a sentir. Pensando em crianças e emoções, as coisas mudam muito rápido: literalmente, de um ano para o outro. No primeiro ano de vida de nossos bebês, apenas 3 das principais emoções são demonstradas e compreendidas por eles: alegria, medo e raiva. A partir dos 2 anos, novas e mais complexas emoções começam a surgir, quando a criança começa a se ver como um ser real e autônomo.

Saber identificar e reagir às emoções não vale apenas para a criança se entender, mas também para ela compreender e ajudar as pessoas a sua volta. Nos primeiros meses de vida, as crianças são extremamente autocentradas, mas isso muda quando a socialização se inicia e passa a ser possível começar a entender a importância do outro. Mais uma vez as regras e disciplinas impostas pelos adultos tem fundamental consequência aqui. A criança aprende que existe o outro, que o mundo não gira em torno dela e que deve esperar. Parece simples? Este é um momento complexo do desenvolvimento neurológico e emocional… Uma habilidade que os seres humanos foram aprimorando ao longo da sua evolução.

Como recursos, podemos utilizar histórias infantis, filmes que falem sobre sentimentos e emoções, ou mesmo estimular as crianças com figuras. Tudo aquilo que é apresentado de forma VISUAL, costuma ser mais bem fixado na aprendizagem. Estimule sempre seu filho a falar sobre suas emoções, e a identificar em rostos e figuras, as emoções representadas.

Pensando nisso, a BBDU elaborou os imãs Dentro de Mim, que foram pensados para ajudar seu filho a reconhecer as principais emoções, através das expressões neles impressas.

Seu uso é simples, no início, auxilie a criança, mostrando cada uma das emoções/sensações e ensine-a a colocar no ímã-moldura a carinha que representa como ela está se sentindo naquele momento. Lembre-a que o que sentimos pode variar durante o dia e que ela poderá “expressar-se” com os ímãs, cada vez que sentir necessidade.

Se você tiver mais de um conjunto de imãs, todos os membros da família podem participar, demonstrando seus sentimentos. Uma boa ideia para este caso é prender fotos de cada um junto com a moldura para identificar qual é de quem.

Os imãs poderão ser usados na geladeira, murais metálicos ou até mesmo em porta retratos metálicos para que possam ser movidos de local mais facilmente.

Contém as emoções:

– Feliz – Triste – Cansado – Preocupado – Com saudade – Com medo- Brabo – Com vergonha – Com ciúme – Com vergonha – Tranquilo – Com sede – Com frio – Com fome – Com calor – Com dor – Com sono

http://www.bbdu.com.br/dentro-de-mim-2-imas-novos-p418/

 

A IMPORTÂNCIA DE DESENVOLVER O HÁBITO DA LEITURA

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Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. É através da leitura que a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores.
A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. A memória visual é ativada, e este é um recurso importante de aprendizado.

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Então, o que está esperando? Veja estas dicas e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece:
– Comece cedo: As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de se tornar um leitor assíduo. Mostram também que o contato com narrativas melhora o futuro desempenho da criança. Por isso, leia para seu filho desde bebê. É importante usar a entonação e a emoção!
– Organize-se: Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura.
– Envolva-se: Antes de qualquer coisa, porque isso vai estreitar o vínculo familiar… Afinal, trata-se de uma experiência compartilhada. Lendo, você ri e se emociona, mostra à criança seu lado humano e capta os sentimentos dela.
– Para crianças pequenas: Muitos dos livros para crianças em fase de pré-alfabetização são verdadeiros brinquedos. Coloridos e dobráveis, eles são muito lúdicos, o que estimula o gosto pelos livros.
– Dê o exemplo: Quer que seu filho leia mais? Então faça o mesmo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura.
Sempre que estiver lendo um jornal, chame seu filho para ver algo interessante que você encontrou. Pode ser uma tirinha engraçada, uma imagem ou uma notícia do interesse dele.
Não sabe que programas fazer com as crianças? Frequente livrarias. Deixe seus filhos folhearem os livros, leia histórias para eles e, quando possível, leve algum para casa. E, mesmo que você possa, não compre muitos num só dia. Procure manter o hábito de voltar lá outras vezes e levar um por vez.
Boa leitura!!!!

Lidando com as Crises de Birra

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As birras são manifestações comportamentais observadas com relativa frequência nas crianças. Elas expressam a dificuldade que a criança tem de lidar com as frustrações, e isso é natural no processo de desenvolvimento.

Dos dois aos três anos, a birra é muito frequente. Tanto que a faixa etária ficou conhecida como “os terríveis dois anos”. Neste período, as crianças têm um forte desejo de ver suas vontades realizadas naquele exato momento. Se não são atendidas, choram ou gritam, às vezes batem a cabeça no chão ou na parede, jogam objetos, entre outras atitudes.

Mesmo sendo estranho ver o filho que era carinhoso e brincalhão, agora intercalar momentos de intolerância e impaciência, reagindo negativamente a coisas que antes ele fazia, sem problemas, não se surpreenda. Isso é normal. Nesta fase, as crianças demonstram com vigor o anseio pela independência e reagem frente à frustração por não serem atendidas. Perceba que logo em seguida, depois de apresentar esta tempestade de emoções, seu filho volta a ser doce e carinhoso, como se nada tivesse acontecido. O fato de não terem a linguagem verbal completamente desenvolvida nesta fase, dificulta que suas emoções sejam expressas de forma tranquila, sendo manifestas através de atitudes e gestos e crises de birra.

O ‘não’ é o primeiro organizador psíquico da criança e é algo muito importante tanto para ela, quanto para os pais. Para os pais porque vai tornar a vida deles mais fácil, e para a criança porque ela tem de ser preparada para a vida e precisa colher os frutos de uma boa educação. Ou seja, dizer “não” é fundamental para criar crianças que respeitem os limites.

Claro que os ataques de birra dos pequenos não são uma coisa bonita de se ver, mas você deve respirar fundo! Além de chutar, gritar ou socar o chão, seu filho pode jogar coisas, bater ou prender a respiração até ficar roxo. Nessa hora, ele não escutará nenhuma “voz da razão”.

Uma tática que pode funcionar é ficar perto do seu filho durante o chilique. Sair da sala ou do quarto e deixá-lo sozinho – por mais tentador que seja – pode fazê-lo se sentir abandonado. A tempestade de emoções que tomou conta da criança pode ser assustadora para ela, e ela gostará de saber que há alguém por perto. Algumas teorias preconizam deixar a criança sozinha, porém, atualmente SABEMOS QUE ISSO NÃO É O ADEQUADO. A criança não faz birra somente porque aprendeu que ela funciona, mas porque é neurologicamente imatura e não consegue controlar este impulso.

Alguns especialistas recomendam carregar a criança no colo, se possível, e dizer-lhe que o abraço é gostoso. Mas outros dizem que é melhor ignorar o chilique até a criança se acalmar, em vez de “recompensar” o comportamento negativo. Você acabará descobrindo o que é melhor para seu filho por meio de tentativa e erro.

Mas, por mais que o chilique dure, não ceda a demandas pouco razoáveis. Bem que dá vontade de fazer isso, para acabar logo com o escândalo, ainda mais quando se está em público. Tente não se preocupar com o que os outros pensam: todo pai e mãe já passaram por isso. Se você ceder, só vai ensinar ao seu filho que espernear é um bom jeito de conseguir o que quer.

Quando a tempestade passar, converse com seu filho sobre o que aconteceu. Diga que você entendeu a frustração dele, e ajude-o a colocar os sentimentos em palavras, dizendo algo como: “Você estava muito bravo porque você não ganhou aquele brinquedo que queria”. Deixe-o perceber que, se ele usar palavras para se expressar, vai conseguir resultados melhores.

Tente evitar situações que possam levar seu filho a ter uma crise de birra. Por exemplo, se ele é do tipo que fica muito mal-humorado quando está com fome, carregue pequenos lanches. Se ele tem problemas na transição de uma atividade para outra, avise-o com antecedência.

Nessa fase, seu filho também está às voltas com a independência, então lhe dê a chance de fazer escolhas sempre que possível. Ninguém gosta de receber ordens a todo instante.

 

Embora ataques e chiliques diários sejam normais quando a criança tem entre 1 e 3 anos, você precisa ficar de olho em possíveis problemas. Pense se houve algum problema sério na família, uma fase de muita correria na vida de todos, se há tensão entre a mamãe e o papai. Tudo isso pode causar esse tipo de comportamento.

Se seu filho tem mais de 2 anos e meio e continua tendo altos ataques de birra todos os dias, converse com o pediatra. Se a criança for mais nova, mas tiver de três a quatro ataques por dia e não cooperar em nenhuma das atividades diárias, como se vestir ou guardar os brinquedos, também pode ser o caso procurar outro tipo de ajuda. O pediatra pode verificar se há algum problema físico ou psicológico mais sério e sugerir maneiras de lidar com a situação.

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COMO FAZER A RETIRADA DA CHUPETA

A Baby Girl's Hand and a teething ring

Sabemos que a função da chupeta além de promover o ato da sucção é de acalmar e tranquilizar o bebê. Então é fundamental atentar para o tempo de uso diário. Frequentemente vemos crianças que criaram o hábito de usar a chupeta em todos os momentos do dia. Essas crianças podem apresentar mais dificuldade para deixar de usá-la, mas os pais devem ter paciência e firmeza nos acordos que serão criados para ter sucesso nesse processo.

A pergunta mais comum que os pais se fazem é: qual a idade ideal para tirar a chupeta? Bom, devemos atentar que a retirada da chupeta deve coincidir com a época do nascimento dos dentes para que não aja prejuízo no crescimento e desenvolvimento tanto dos dentes quanto da mandíbula. O crescimento dos primeiros dentes se inicia por volta dos 6 meses. Aos dois anos a criança já apresenta praticamente completa a sua dentição. Por esse motivo a retirada da chupeta deve ocorrer nesse período, normalmente a partir do um ano e meio de vida. Após os dois anos de idade, qualquer objeto que permanecer na boca da criança poderá alterar suas estruturas orais. Nesta fase normalmente a criança a utiliza apenas por hábito ou como brinquedo, mas o seu uso prolongado pode atrapalhar o alinhamento dos dentes, causar flacidez da musculatura facial, impedir a correta movimentação da língua durante a fala e favorecer a instalação da respiração bucal. Então o recomendado é sempre limitar o uso da chupeta, principalmente quando a criança começa a aprender suas primeiras palavras. Aprender a falar é um processo muito importante, e fazer isto com uma chupeta na boca pode prejudicar e atrasar esse processo.

            Mas então como os pais devem conduzir o processo de retirada da chupeta? A retirada da chupeta deve ser gradativa. Emocionalmente falando não dá para tirar a chupeta da vida da criança de uma hora para outra, pois essa mudança brusca gera muita ansiedade, pois o bebê de repente vai se sentir privado do único recurso que conhece para se acalmar. Outro fato importante a considerar é que essa retirada não deve ocorrer em momentos de instabilidade da criança ou da família, como por exemplo mudança de casa ou conflito entre os pais.

Outra dica importante é combinar quando a chupeta pode ser usada. Faça acordos com a criança. Libere a chupeta quando a criança estiver indisposta ou na hora de dormir, por exemplo. Durante o sono, é comum as crianças soltarem o objeto enquanto estão dormindo. Caso o seu filho não faça isso tente tirar a chupeta delicadamente e deixe ao lado do travesseiro. Quando a criança acordar sem a chupeta na boca, chame atenção para o fato, destacando que ela já não precisa mais da chupeta.

Proíba o uso durante alguns momentos como visitas à casa de parentes, passeios ou toda vez que ele quiser falar algo. Não se esforce para entender o que a criança está dizendo. Não suma com a chupeta esperando que a criança vá se esquecer de usá-la. É importante que elas participem ativamente dos combinados, assim, é mais fácil cobrar o empenho delas. Evite ter mais de uma chupeta. Não passe pimenta ou outro condimento na chupeta. A criança precisa deixar de usá-la conscientemente, mesmo tendo pouca idade.

Também não dê apelidos antipáticos como “caca” e “nojinho” aos acessórios. Isso pode causar confusão e uma sensação de insegurança e ansiedade na criança uma vez que até pouco tempo esse objeto era oferecido pelos pais. Cuide para que os familiares que convivem com a criança estejam de acordo com essa decisão e que não ofertem a chupeta em momentos que não foram combinados pelos pais para não confundir a criança, e também para não serem vítimas dela, correndo o risco de serem colocados uns contra os outros.

Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples — não dê doces a ela no lugar da chupeta.  Mostre que crianças mais velhas não usam chupeta. Muitas crianças adoram se sentir mais crescidas.

Experimente usar um calendário para anotar os dias que seu filho ficou sem a chupeta. Para cada dia sem, marque com um adesivo colorido, como uma estrelinha dourada. Quando ele completar uma semana sem chupeta, dê um prêmio, como um passeio especial ou uma brincadeira a dois.

Aproveite datas comemorativas para sugerir que seu filho dê a chupeta ou a mamadeira de presente. Depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data apropriada próxima, você pode inventar a “fada da chupeta”. É normal que durante os dois primeiros dias, mais ou menos, os filhos sintam muita falta da chupeta. Não caia na tentação de oferecê-la novamente em caso de choro ou manha. Converse com a criança e explique que ela está crescendo e já tem condições de falar sobre seus sentimentos.

Por fim, sugiro que não desista nas primeiras tentativas. Não é de um dia para o outro que a situação se resolverá. As crianças têm apego à chupeta e à mamadeira e pode ser que chorem muito querendo desfazer os acordos. Mantenha-se firme. Diga que o que foi combinado precisa ser mantido para o bem dela.

Thuila Corezola Ramos

Fonoaudióloga

Crfa 7 – 9786

thuila.fono@gmail.com

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Xô Monstro!

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Os medos na infância, muitas vezes, são invisíveis e incompreensíveis aos olhos de um adulto, mas para criança eles existem e são reais.
Entre os 3 e os 5 anos os medos costumam ser mais intensos e cheios de fantasias. Entre 6 e 7 anos começam a diminuir, quando a criança começa a adquirir mais recursos cognitivos e adaptativos. O foco do medo muda no decorrer do desenvolvimento da criança, pois à medida que ela cresce e seu mundo amplia. Assim, ela começa a se adaptar e desenvolver novas habilidades para dominar aquilo que antes a assustava. Por isso os medos de uma criança de 3 anos são diferentes dos de uma de 8 anos.
Para as crianças pequenas, a figura do monstro costuma ser a “personificação” de muitos medos. O monstro é uma figura negativa, normalmente feia e que pode significar uma série de medos, e é nessa hora que você pode lançar mão do Repelente de Monstros. Costumamos associar o repelente aos medos de escuro ou dormir sozinho, mas ele pode dar uma mãozinha em diversas situações, de medo ou não… Pois você pode dar nome de monstro para alguns comportamentos indesejados e usar o repelente para ajudar seu filho a evitá-los.

– Medo de ir para escola: é muito comum as crianças não quererem ir para escola, isso ocorre por varias razões, mas a mais comum é querer estar junto dos pais o tempo todo. Nesta hora você pode contar uma história, dizer que esse medo chama-se saudade e existe um monstrinho que fica na cabeça da gente querendo que a mamãe ou o papai fique perto o tempo todo, mas quando este monstrinho está lá, ele não deixa a gente ver que tem muitas outras coisas legais para fazer, que temos amigos, brinquedos diferentes, atividades na escola e que se espantarmos este monstrinho vamos nos divertir e o tempo vai passar bem rapidinho e logo o papai e a mamãe estarão de volta. Dê o repelente para criança, deixe que ela borrife a água nela ou onde quiser para espantar esse monstrinho. Isso vai dar mais segurança para que vá e fique bem, se necessário deixe-a levar o repelente.

Medo do abandono, de ficar sozinho ou da morte: entre os 3 e 6 anos, as crianças normalmente estão expandindo suas relações, começam a frequentar a escola e ficar mais tempo longe das figuras de segurança (pai, mãe, outros familiares…). Isto faz com que comecem a perceber a possibilidade de abandono e solidão. Neste caso, você também pode contar uma história, dizer que este medo chama-se insegurança, que é um monstro que todos nós temos, mas que borrifar o repelente ajuda a afastar o monstro da insegurança. Deixe a criança borrifar a água onde desejar.

– Medo de mudanças: falamos desde as mudanças mais concretas (como mudança de cidade, casa ou escola), como mudanças subjetivas do crescimento. O Repelente de Monstros pode ser usado para espantar o medo “das coisas novas”. Todos nós sentimos quando saímos da “zona de conforto”. Para as crianças isto pode ser mais intenso. Utilize o Repelente como um spray que manda o “medo do novo” embora. Mostre que toda vez que a criança borrifar, o monstro vai ficando pequeninho, menorzinho, até sumir!

Monstro da bagunça: manter a organização do ambiente é um aprendizado para as crianças. Naturalmente e sem intervenção de um adulto, os brinquedos e objetos pessoais ficariam uma bagunça só. Use o Repelente para tornar este momento mais divertido! Estimule a criança a borrifar o spray e jogar a desorganização para bem longe. Aproveite para mandar embora também o monstro da Preguiça. Faça do Repelente seu aliado no momento do “guarda-guarda”.

– Monstro do não empresto: É natural que durante a infância a criança não queira dividir seus brinquedos, roupas e até a atenção dos pais. O “não empresto” é muito comum e os adultos tem o papel de orientar a criança a aprender a dividir. Mostre que dividir não traz perdas. Quando este monstrinho chato e “resmungão” se aproximar, use o spray e o mande para bem longe. Inclusive na hora de uma crise de não querer emprestar, borrifar um pouquinho da água do spray nela, “quebrará” a tenção do momento e ela poderá começar a rir, tornando mais fácil convencê-la a emprestar ou desviando a atenção dela para outra coisa, o que faz ficar mais fácil ceder o brinquedo.

Estes são alguns exemplos de medos e monstrinhos que o repelente poderá ajudar você e seu filho a espantar. Seja criativo, acompanhe a fantasia do seu filho e utilize o Repelente como seu aliado. Não se esqueça de falar dos seus medos e de seus monstrinhos na cabeça, para que a criança entenda que os adultos também têm seus “monstros” a espantar.
Boa diversão!

Para conhecer o Repelente de Monstros da BBDU, clique aqui.

COMO APROVEITAR O POTE DO RECONHECIMENTO

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O Pote do Reconhecimento funciona como um instrumento de apoio do reforço dos comportamentos desejados. O que isso quer dizer? Quando nos deparamos com um costume, um hábito ou um comportamento aprendido e muito utilizado por nós, temos dificuldade em realizar uma modificação. Imagine as crianças! Esta modificação, justamente por ser tão complexa, deve ser reconhecida e valorizada pelos adultos. O Pote do Reconhecimento é uma forma lúdica e visual de trabalhar as mudanças de comportamento ou hábitos!
O pote pode ser usado em diversas situações, em vários momentos na vida da criança e até mesmo na pré-adolescência, e para facilitar a vida de quem se interessa por este produto da BBDU, criamos uma listinha de situações onde ele funciona muito bem e indicando como usá-lo. Então lá vai:
– Uso excessivo de eletrônicos, vídeo games, tablets e afins: Combine um limite para este uso, e cada vez que ele for respeitado, uma pedrinha é colocada no Pote. Quando ele estiver cheio (são 50 bolinhas) uma recompensa é dada (combinada anteriormente).
– No hábito de roer unhas: Ao final de cada dia sem roer as unhas, uma pedrinha é colocada no pote. Em todas situações quando o pote estiver cheio há uma recompensa.
– No controle da agressividade: as crianças que são muito impulsivas podem ser estimuladas e reconhecidas em cada situação em que demonstrar seu descontentamento de outra forma (através da fala e do diálogo, por exemplo);
– Em situações de mudança de hábitos alimentares. Crianças com quadro de obesidade costumam responder muito bem aos instrumentos de apoio que concretizam o reconhecimento do seu esforço;
– Crianças em treinamento para tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, podem ser estimuladas e cumprir horários de medicamentos e dieta através do pote;
– Enurese noturna: Algumas crianças podem persistir fazendo “xixi na cama” mesmo após o desfralde diurno. Entre os dois e os cinco anos, é normal e comum que os escapes aconteçam durante a noite (após esta faixa etária, é importante a criança ser avaliada pelo pediatra e psicólogo). O Pote do reconhecimento também funciona como um estímulo para acordar com a cama sequinha todos os dias.
Em todas as situações a criança deverá colocar o seu nome na tampa, como uma assinatura de comprometimento com o combinado, isso é muito importante, pois é o símbolo do comprometimento dela com o que está sendo proposto.
Estes foram alguns exemplos que trouxemos para ajudar papais e mamães que já tem o Pote do Reconhecimento ou que querem usá-lo. Mas ele poderá dar uma mãozinha em qualquer situação em que a criança precise ser desafiada ou estimulada.
E lembre-se estamos aqui para ajudar sempre que necessário, qualquer dúvida na utilização de nossos produtos, não hesite em mandar um e-mail para nós (contato@bbdu.com.br), teremos o maior prazer em orientá-lo ou ajudá-lo a encontrar a melhor opção.