Seu filho é chato para comer?

A minha é … Na verdade não que ela seja chata, mas parece que tudo no mundo é mais interessante do que comer. É difícil fazer com que ela mantenha o foco na refeição, e foi assim desde sempre. Quando as frutas foram introduzidas e depois as comidas amassadas, iniciou minha saga. Em cada horário de refeição, eu tinha que separar um bom tempo, pois era uma novela.
E quem me conhece sabe que eu não sou a senhora paciência. Foi aí que surgiu a ideia do Jogo da Boa Alimentação. Nós já tínhamos o Mural das Conquistas Comendo Bem, mas como eu usava o Mural para outros objetivos com ela, queria algo diferente e que envolvesse todos nós.
Aqui em casa a família consegue quase sempre estar junta, então conseguimos todos participar. O jogo é simples, mas funciona muito bem. Cada lado do dado tem uma instrução, relacionada à alimentação que quem tira tem que cumprir. Mais uma vez, a nossa super parceira, a nutricionista Ana Terrazan revisou o trabalho e os dados surgiram.
Você monta os dados e cola os adesivos conforme a necessidade de seu filho. Tem itens mais voltados para criança que precisam comer mais (como por exemplo: comer uma colherada bem grande ou comer duas colheradas). Tem itens para criança diversificar o que come, como por exemplo: comer o que menos gosta, comer algo verde, comer algo amarelo ou branco. Também tem os prediletos que tornam o jogo uma brincadeira, que é o “pula a vez” e o “chefe manda”. São 12 itens que você pode montar em 1 ou 2 dados.
Como é um jogo para toda família, a criança não é o centro das atenções e ela vê ao longo dos dias o pai e a mãe comendo coisas que não gostam tanto, experimentando de tudo, mastigando com mais calma… Enfim, todos ganham, se divertem e se conhecem um pouquinho mais. Depois de 8 anos de casada descobri que meu marido não gosta muito de tomate 🙂

Beijo e até o próximo,

Juliana

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Organização e Rotina – Soluções BBDU que dão uma mãozinha.

Toda criança precisa de rotina, você concorda?

Minha natureza não é muito organizada, eu aprendi a ser organizada. Quando a Duda nasceu ganhei muitos livros sobre como ensinar diversas coisas ao bebê. Este tema é bastante polêmico, e em outro momento será abordado. O ponto aqui é a importância da rotina para criança e este termo muitas vezes é confundido com disciplina, rigidez, cronogramas “imexíveis”, ente outros. A rotina que a criança precisa é a que possibilita ela antecipar o que vem depois, é a da previsibilidade dos acontecimentos.
Pense em você: mentalmente você não planeja seu dia? Não organiza o que vai fazer antes e depois? Quando algo inesperado acontece gera uma dose de ansiedade e costumamos dizer “bagunçou o meu dia”. Então imagine para a criança, que está num turbilhão de novos aprendizados, é reconfortante e organizador saber o que já aconteceu e o que vai acontecer. Especialmente nos dias atuais, que as crianças têm muitas atividades, é bom para elas saberem que dia terão inglês, qual o dia da natação e demais atividades.
O Meu Mural de Atividades foi pensado para isso, para auxiliar a criança visualizar a sequência das atividades que ela tem ao longo das semanas. Ele não é para um passo a passo do dia, para isso temos o Mural das Rotinas Diárias. Nem todas as crianças precisarão de um passo a passo tão detalhado para se organizar, mas sabemos que para algumas isso será importante.
Muitas mães nos perguntam se podem colocar tudo em um mural só, nós não recomendamos, pois, são coisas diferentes. A BBDU trabalha com 3 tipos de murais com objetivos diferentes: um é o de atividades que a acabamos de falar, que ajuda a criança visualizar suas atividades e organizar melhor sabendo das atividades que tem hoje, que teve ontem e que terá amanhã.
O Mural das Rotinas Diárias é um detalhamento de tudo o que é feito no dia, para criança lembrar que ela acorda, escova os dentes e assim por diante.
Já o Mural das Conquistas (que temos várias variações dele) é um mural de reconhecimento, que deve ser usado para reconhecer comportamentos que queremos melhorar com a criança. Por exemplo, se o banho é algo tranquilo e natural para criança e eu quero somente lembrá-la que depois da escola ela deve tomar banho, usa-se o Mural de Atividades. Já se o banho é algo que a criança reclama, todo dia é uma briga para fazê-la tomar banho, então o Mural das Conquistas é o mais indicado, pois sempre que ela for para o banho sem reclamar ganhará uma estrelinha.
Com isso não estou dizendo que você precisa de todos, só queremos ajudá-la a escolher o melhor mural para as necessidades da família. E como temos sempre uma preocupação em oferecer soluções flexíveis e que cheguem facilmente nas famílias, todas nossas opções de murais tem sua versão somente imãs, que você pode usar em qualquer base metálica.

Quem quiser saber mais, dá uma olhadinha lá no site http://www.bbdu.com.br, tem fotinhos de cada um e uns vídeos também.

Beijo, Juliana

É época de adaptação escolar…

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Mais um ano letivo inicia e surge um novo desafio para uma série de crianças, bebês e seus pais. A entrada na escola, independentemente da fase em que seu filho se encontra, é um momento importantíssimo do desenvolvimento social, intelectual e afetivo. E como passar por esta etapa e ajudar seu filho a enfrentar este desafio?
Nenhuma mudança é fácil, e para que a adaptação escolar ocorra da melhor maneira possível, precisa ser bem conduzida, minimizando sofrimentos desnecessários. É um momento que gera sentimentos contraditórios nos pais, pois existe o desejo de manter seu filho sempre sob sua proteção exclusiva, mas ao mesmo tempo o entendimento que a escola propicia a aquisição de novas habilidades, novas amizades, novas conquistas…
O primeiro passo é a escolha da escola. Esta escolha já faz parte da adaptação, pois é de extrema importância que os pais sintam-se seguros e familiarizados com o local, e profissionais com os quais deixarão seu filho. As crianças sentem de forma surpreendente as reações dos pais, ou seja, se você estiver inseguro quanto à escolha da escola, irá dificultar o processo de adaptação.
Assim como em outras situações naturais da vida, a criança ou bebê poderá ficar curioso e entusiasmado, mas ao mesmo tempo apreensivo e com medo da mudança. Cada processo deve ser individualizado, levando-se em consideração a idade da criança, suas características e necessidades. A escola tem papel fundamental em demonstrar acolhimento e disposição em ser uma “parceira” da família neste processo.
A adaptação de bebês costuma ser mais tranquila, mas por outro lado pode gerar intenso sentimento de culpa nos pais. Já crianças maiores, entre 1 e 2 anos, podem ter um processo de adaptação mais complexo, pois costumam ficar mais angustiados frente à possibilidade de abandono.
Dicas que podem auxiliar você e seu filho, em qualquer idade e etapa do desenvolvimento:
– Lembre-se de comunicar-se com seu filho, explicando do seu jeito que a rotina vai mudar e que vai conhecer um novo mundo, cheio de possibilidades. Se possível, deixe a criança participar de toda preparação, comprando o material escolar, indo conhecer a escola, mostrando fotos do local;
– Em geral, as escolas combinam com os pais um período em que estes acompanharão e estarão presentes, disponíveis para o filho. O tempo dentro da escola costuma ir aumentando gradualmente. Procure seguir as orientações da escola, estando pronto para apoiar seu filho, mas não esquecendo que dentro de sala de aula a maior autoridade é do professor. Mostre-se presente, mas confiante nos profissionais;
– Especialmente com bebês e crianças muito pequenas, pode ser útil e reconfortante, ter um objeto familiar que possa levar para a escola;
– Cumpra SEMPRE as combinações com seu filho. Seja transparente, dizendo se ficará na escola ou se saíra para o trabalho e voltará depois. Não esqueça que o choro poderá acontecer, pois é a forma que a criança mais conhece de se comunicar. Mas é importante que ela possa confiar na palavra e combinações dos pais;
– Deixe de lado a tentação de sair “de fininho”. Novamente, é outra situação que pode “facilitar” a saída dos pais, mas gerar muito medo de abandono, pois uma grande parte das crianças nesta fase ainda não adquiriu a confiança de que tudo que sai de seu campo de visão continua existindo;
– Procure manter o equilíbrio entre uma postura continente, afetiva e ao mesmo tempo segura e firme. É importante que a criança sinta que você está seguro e acredita que o melhor para ela é frequentar a escola. Não hesite em pedir apoio aos profissionais da escola ou dividir seus momentos difíceis com outros pais;
– Para crianças maiores, em torno de 3 anos, quando a comunicação verbal já está mais desenvolvida, pode-se fazer combinações mais específicas, valorizando cada conquista, cada dia em que conseguiu cumprir as combinações e ficar mais tempo na escola;
A vida escolar inicialmente gera uma série de angústias, como qualquer grande modificação em nossas vidas. Mas é importante manter o foco nos aspectos positivos, num mundo de possibilidades que se abre para a criança: mais estímulos, novas amizades, novas conquistas, maior independência e a possibilidade de desenvolver-se como pessoa. Boa sorte e um bom início de ano!

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Tempo Juntos: a importância do vínculo entre pais e filhos

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É comum que ao iniciarmos um novo ano, uma série de resoluções e questionamentos venham à tona. Há algum tempo, temas como terceirização dos cuidados dos filhos, vínculos afetivos construídos com pouco espaço de tempo na sociedade moderna e trabalhar fora versus ficar em casa cuidando do bebê, têm sido discutidos por pais e especialistas.
Mas afinal, qual é o tempo ideal para dispendermos nos cuidados com nossas crianças? Existe a possibilidade de ser um bom profissional e um pai ou mãe dedicados? Quando ou não devemos terceirizar os cuidados de nossos filhos?
A competitividade na sociedade atual criou uma geração de pais angustiados em dar conforto financeiro e material para seus filhos. Trabalhar é saudável, assim como manter-se um indivíduo satisfeito e socialmente produtivo. Mas até que ponto deve-se exagerar no tempo dedicado a isto em detrimento de cuidar, abraçar, brincar, ensinar um filho?
O tema é polêmico, e a estrutura de cada família e criança deve ser respeitada. Porém, atualmente não só as ciências como a Psicologia e a Pediatria, mas também a Neurociência demonstram através de seus estudos, que as crianças cuidadas com carinho, afeto e presença dos pais nos primeiros anos de vida, tendem a ser bons cuidadores no futuro.
adulto-brincandoNão basta dar, é preciso estar… Estar presente e como adulto, ser capaz de abrir mão de uma boa dose de individualidade. E estar presente não é somente estar em casa, é largar o celular, o computador e a tv e estar realmente com a criança. Procure “entrar” nas brincadeiras, ler um livro, fazer algumas refeições juntos… É importante refletir que a primeira infância é um período passageiro, mas extremamente importante na construção do futuro do indivíduo.
Um bom início de ano e bom tempo juntos!

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Finanças Pessoais para os Filhos

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Como falamos anteriormente, hoje está difícil ganhar dinheiro e muito fácil gastá-lo, os pais trabalham cada vez mais, as jornadas de trabalho estão extensas e cansativas, e isso significa que os pais estão ausentes de casa por longos períodos do dia.
E, na ânsia de ‘compensar’ essa ausência física, muitos pais acabam por realizar a maioria dos desejos dos filhos, e, como hoje em dia vivemos o culto ao TER – principalmente entre crianças e jovens, esses desejos são infindáveis: jogos, celulares, tablets, roupas de marca, bonecas da moda e por aí a fora.
Tudo isso possui um valor monetário, um custo financeiro e lá estamos falando sobre planejamento financeiro familiar, até mesmo porque as crianças estão permanentemente expostas à publicidade do TER.
A educação financeira infantil envolve tanto questões financeiras em si, mas acima de tudo, questões emocionais e comportamentais. Que relações e trocas são estabelecidas com o dinheiro?
– a criança birrenta, que bate pé e ‘quer’, que além de tudo, causa um aumento do stress em casa.
– porque estamos sem tempo, a culpa pela ausência física, então compensamos ‘dando’ presentes.
– os filhos querem porque todos tem, ou porque está na moda, os pais compram porque todos os amigos tem – efeito manada.
– os pais compram o comportamento e o cumprimento de regras: se fizer tal coisa, você ganha o que está querendo.
Criamos TERES HUMANOS e monetarizamos as relações.
Temos que cuidar, pois muitas vezes, a busca por status social pode afetar a vida financeira na medida em que sublimamos nossos planos em função da realização de desejos das pessoas que tanto amamos.
Planejar o orçamento doméstico vai além do controle dos gastos; é a demonstração de um comprometimento com você mesmo; da busca por uma vida melhor e de um futuro tranquilo. É preciso falar sobre dinheiro, e os filhos devem participar ativamente, pois assim como os adultos abrem mão de seus desejos imediatos em função de um planejamento maior, as crianças e jovens também o fazem. E essa participação ativa de todos ajuda a lembrar que as nossas maiores riquezas como: saúde, amizade, respeito, generosidade, não conseguimos comprar e também não venderíamos por dinheiro algum.

30” bastam para esquecermos de querer algo!!!!!!!!!!!!

Até o próximo!

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MEU FILHO NÃO QUER COMER! – Novo serviço em Porto Alegre – RS

Hoje viemos contar uma novidade! A Nutricionista Aline Pinto Woehlert está começando um novo serviço de consultoria alimentar para famílias. É um trabalho bem bacana e lúdico e que utilizará recursos conhecidos e aprovados por nós, como o nosso Mural das Conquistas, Jogo da Boa Alimentação e Pote do Reconhecimento. Ela escreveu um textinho para nosso blog, falando um pouco do que ela pensa e de como será este trabalho. Fica a dica para quem é de Porto Alegre.

Uma grande dúvida que surge com freqüência é “o que fazer quando meu filho não quer comer?”. Se em casa a hora das refeições passou de “prazerosa” à “pavorosa” porque a criança resolve recusar tudo que lhe é oferecido, saiba que você não está sozinha. Esta situação é muito frequente e vivida por muitos pais.
O desmame é o primeiro contato com o alimento, portanto é quando os pais devem começar a atuar com desafios e paciência. Muitas vezes acontece de a criança apresentar alguma dificuldade nesta primeira fase, fazendo com que facilitemos o preparo, mas esquecemos de voltar a oferecer o alimento de forma com que a faça mastigar. Nesta fase, devemos estimular a criança com desafios, pois faz parte do processo de aprendizagem. Lembre-se que novas texturas, cores e sabores são novidades para ela, e este começo é fundamental e ajudará você lá na frente.
Outro erro bem comum que cometemos é substituir a refeição adequada por algo que a criança goste ou queira no momento como nuggets, mamadeira, somente arroz ou massa, biscoitinhos entre outros. Ao agirmos desta forma estaremos amenizando uma situação com uma solução inadequada, pois no dia seguinte ela voltará a repetir suas ações em busca do que quer. A criança sabe, desde o aleitamento materno, que através da alimentação consegue influenciar os pais, pois é um momento que os preocupa.
Procure oferecer alimentos diferentes em cada refeição, tente não dar muita importância a resistência que pode haver ao que é novo e mantenha uma rotina alimentar para que no horário da refeição a criança já esteja com fome. Sirva porções adequadas, pois a criança ficará feliz em comer tudo o que foi servido e lembre-se que o visual também conta muito nestas horas. Nem sempre o paladar, a textura ou mesmo a cor dos alimentos vai agradar de primeira, o que devemos observar é se a resistência ao mesmo alimento ocorre com freqüência ou se é só de vez em quando. Por isto devemos oferecê-lo mais de uma vez para definirmos se realmente a criança gosta ou não. Tente manter o prato sempre com valor nutritivo e completo em nutrientes (carboidrato, proteína, fibras, vitaminas e sais minerais). Minimize as distrações na hora das refeições como televisão, jogos eletrônicos etc, pois assim a criança não vê o que come ou perde completamente o interesse pela comida. Evite recompensas como “se você comer tudo ganha sobremesa”, pois a criança precisa entender que deve se alimentar de forma adequada para sua saúde e não porque irá ganhar o que gosta.
E por fim, nunca substitua a refeição por alimentos que a criança tenha preferência. Explique que é aquilo que tem e que se não comer naquele momento, terá que comê-lo na próxima refeição. Faça cumprir suas regras! É para o bem do seu próprio filho!

Foi pensando nesta preocupação, que resolvi encarar o desafio de orientar crianças e familiares, de forma lúdica e divertida contando com o apoio da BBDU, no ambiente onde eles estão à vontade: em casa. A proposta de trabalho é fazer com que a criança alcance pequenos objetivos por vez através de jogos, brincadeiras, conversa e interação com a família. O incentivo à atividade física também faz parte do projeto, pois nutrição e exercício andam juntos para a formação de hábitos saudáveis.
Entre em contato pelo fone/whats (51)8571-3642 (OI) e comece logo a cuidar da saúde da sua família!
Aline Pinto Woehlert
Nutricionista – CRN²5092

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Alimentação Infantil – Dicas úteis para ajudar você e seu filho

Sabemos que a alimentação infantil nem sempre é tarefa fácil. Mas acima de tudo, é um gesto de carinho, afeto e cuidado! Temos na comida o conforto, os nutrientes, e as vitaminas necessárias para o desenvolvimento saudável.
Sabe-se que a alimentação saudável é treino diário. É necessário mostrar empenho e fazer com que as crianças participem do processo de criação da comida. É em casa que a criança aprende a comer bem, de forma saudável e consciente. Cuide com o que você come na frente do seu filho. Exemplos são tudo!
Para que seu filho goste de um alimento, é necessário que ele o prove várias vezes. Ele precisa ter contato várias vezes. Pensando nisso, é bom envolver a criança. Faça com que seu filho participe na criação de uma mini horta, por exemplo. Mesmo morando em apartamentos pequenos, pode-se plantar em jardineiras temperos, verduras… isso estimula a criança a cuidar e dar valor ao alimento. Um incentivo positivo na hora de montar o prato: comer o que plantou!
Outra dica bem bacana é envolver a criança no planejamento do cardápio e das compras do mês, gerando envolvimento e comprometimento com o que está sendo planejado, além de ser uma ótima oportunidade de trocas e para que você ensine mais sobre os alimentos e nutrientes.
Todas as atenções devem ser voltadas à refeição. Nada de tablet, ipad, televisão ou celular na hora da comida. O momento da refeição é uma oportunidade para família estar junta e interagir.
Mandamentos da boa alimentação infantil:
• Comer sentado à mesa
• Comer sem distrações
• Comer sozinho
• Ter cinco cores no prato
• Experimentar novos alimentos
• Comida não é moeda de troca
• As regras da boa alimentação devem valer para a família. Dê exemplo.

A BBDU quer estar sempre ao lado dos papais e mamães para dar aquela mãozinha em todas as horas, e ajudar seu filho a comer melhor é uma delas. Por isso, desenvolvemos uma linha de produtos que podem auxiliar nesse processo, que nem sempre é fácil à família.

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Jogo da Boa Alimentação: Criativo e estimulante, é um jogo para toda a família praticar nas refeições. É um jogo de dados, onde em cada face há uma tarefa a ser cumprida, como por exemplo: “Comer uma coisa amarela ou branca”, “Chefe manda”, “Comer a coisa que menos gosta na mesa” “Mastigar 20 vezes o que quiser antes de engolir” entre outras. Cada um joga e tem que cumprir o que é proposto. Embora seja um jogo, não é uma competição, não há ganhadores. Ou melhor, todos ganham!

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Mural Comer Bem: Comer bem e saber ter uma vida saudável nem sempre é muito fácil, ainda mais ensinar isso aos pequenos, então criamos este mural, para ajudar papais e mamães nesta missão, fazendo dela uma brincadeira gostosa. É um mural metálico com ímãs de atividades que estimulam a boa alimentação, criadas em parceria com uma nutricionista infantil, e estrelas. Ao cumprir de cada tarefa, a criança ganha uma estrela.
Pote do Reconhecimento: Pode ser usado no controle alimentar de crianças obesas ou na redução de algum item que esteja sendo consumido em excesso como refrigerante, frituras ou guloseimas.
Combinar regras ou objetivos e premiar a criança pela sua conquista é uma forma saudável de estimulá-la a atingir suas próprias metas e cumprir com o combinado. O reconhecimento é um dos fatores de sucesso mais importantes para nós seres humanos.

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O uso do pote é simples, basta combinar o objetivo, a criança “se comprometerá” com ele “assinando” na tampa do pote o seu compromisso de fazer o pote ficar cheinho, a cada dia que o objetivo é atingido ela coloca uma pedrinha no pote (as pedrinhas parecem pedras preciosas e elas adoram). Pronto! Quando o pote ficar cheinho (após pelo menos 50 dias) a criança já estará acostumada com a mudança e se a família desejar uma recompensa pode ser dada.

Se você quiser saber mais sobre estes produtos, também pode assistir aos vídeos que preparamos com muito carinho em nossa canal do Youtube: BBDU_videos.

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