Ajudar os pais em algumas tarefas diárias contribui para desenvolver noções de responsabilidade nas crianças

Oi hoje vamos postar algumas dicas da Psicóloga Denise sobre autonomia e como ajudar os pequenos com isso.

Ajudar os pais em algumas tarefas diárias, como regar as plantinhas e organizar o material escolar. Contribui para desenvolver noções de responsabilidades e, estas atividades podem começar mais cedo do que vocês imaginam.
Confira as tarefas domésticas que o seu filho pode fazer de acordo com a sua idade.
Mesmo com pouca idade, a criança já possui capacidade motora suficiente para desempenhar uma série de atividades. E isso é importante para ela, pois, quando é incluída em tarefas domésticas, passa a participar da dinâmica familiar e percebe como as atividades feitas pelos pais são difíceis, valorizando mais esses momentos.
Se você quer ter a companhia do seu filho para algumas tarefas, saiba que é preciso respeitar o desenvolvimento dele. E o mais importante: que esse momento seja gostoso para a criança (e para você, que acabou de ganhar um parceiro para ajudá-la um pouquinho). Abaixo, uma lista sobre a melhor época para ele começar a desempenhar cada atividade. Inspire-se!
2 anos
Uma das melhores maneiras de introduzir a criança nas tarefas de casa é por meio daquilo que está mais perto dela no momento, ou seja, os brinquedos. Sente-se ao lado de seu filho e arrume-os por tipo, tamanho ou cor, fazendo com que a própria atividade se torne uma brincadeira. Aos poucos, ele vai entender o conceito de organização.
3 e 4 anos
Nessa faixa etária, você já pode incentivar o seu filho a arrumar a mochila da escola e levar o prato (de preferência de plástico) de comida até a pia. Você também pode pedir para que ele ajude-o a organizar alguns objetos da casa – levando-os ao lugar certo e colocando dentro de um armário (sempre com sua supervisão nesse momento, claro!). Pode ser o par de sapatos ou roupas, por exemplo.
5 a 7 anos
Aqui a criança já começa a entender melhor as noções de responsabilidade e cuidado. Então, você pode orientá-la a esvaziar o lixo do banheiro, por exemplo, sem que ela espalhe tudo no chão ou queira pegar algo de dentro do cesto. Seu filho pode ainda tentar arrumar a cama e dobrar algumas roupas. Outra tarefa que você pode delegar – e que ele vai adorar – é a de regar as plantas.
8 anos
Nesta idade, seu filho já tem mais habilidades motoras e é capaz de desempenhar algumas funções maiores sem cometer acidentes (como derrubar e quebrar objetos). Ele consegue ajudar a arrumar a mesa para as refeições, a carregar as compras do supermercado e a limpar o quarto. Da mesma forma com que acontece com a planta, a criança pode ajudar a cuidar de um animal de estimação. Com mais alguns anos, pode até ajudar a cuidar de um irmão mais novo.
Tem dificuldade? Busque ajuda.

Psicóloga Denise Nascimento

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DICAS DE ESTIMULAÇÃO DA LINGUAGEM INFANTIL

linguagem-490x367A estimulação do desenvolvimento da linguagem tem início desde o nascimento. Nos primeiros dias de vida o bebê já interage com o mundo externo. Podemos observar isso com a evolução do seu choro, dos seus movimentos motores, oculares; nos períodos de silêncio, atenção e expressão.
A família tem papel fundamental na estimulação da fala das crianças. Quanto mais a criança for exposta à linguagem, maiores condições ela terá de adquirir a própria linguagem.
Seguem algumas dicas para você ajudar seus filhos no início do desenvolvimento de linguagem:

– Aproveite os momentos de maior atenção da criança para conversar com ela, usando palavras simples e frases curtas, falando de igual para igual.

  – Estimule a comunicação da criança, solicitando que a mesma pronuncie, mesmo que incorretamente, tudo o que solicita ou verbaliza. Evite incentivar o uso de gestos indicativos na comunicação, ou seja, não pegue nenhum objeto sem que a criança tenha falado o nome. Ela deve sentir a necessidade de falar.

– Pronuncie corretamente as palavras, usando boa articulação e entonação, sem usar o diminutivo; Desenvolva sempre as palavras ditas pelo seu filho de maneira correta e motivadora, sem infantilizar a sua fala. É muito importante não falar de forma errada, embora pareça engraçado, apenas prejudicará o desenvolvimento da fala da criança. Por isso, não reforce os erros da criança, achando “bonitinho” como ela fala.

– Mesmo que a criança ainda não fale, é importante ter uma comunicação real com ela, conversando sobre o que acontece em seu dia-a-dia, sobre as brincadeiras, etc.

Aproveite as situações do dia-a-dia, como a hora do banho, do vestir, da alimentação, do lazer, do brincar e a hora de assistir televisão para estimular a comunicação da criança, dando, por exemplo, significado aos objetos, nomeando partes do corpo, atribuindo funções aos brinquedos etc.

 – Escutar deve ser muito prazeroso para a criança e ela deve entender que os sons que escuta têm um significado. Use sinal de escuta. Fale sobre o que ela escutou. Estimule a audição da criança por meio de brinquedos que produzam diferentes tipos de sons.

– É muito importante dar um tempo de espera para a criança escutar e responder o que escutou. Também deixe a criança perceber que existe a vez de um falar e outro ouvir.

– Devolva sempre as palavras ditas pela criança de maneira correta e em forma de frases: Por exemplo, a criança pede água: “ága”. Você deve responder: “Você está com sede? Você quer água?”.

– Cantar músicas é excelente para estimular o ritmo da expressão verbal. Cante sempre e estimule-a a cantar com você; deixe que ela complete algumas palavras da canção.

– Assistir desenhos animados e filmes infantis é uma excelente maneira de criar temas comuns. A diversão é garantida e assunto não faltará.

– Mostrar interesse pela leitura. Para a criança que ainda não sabe ler, interprete histórias. Encante os maiores folheando páginas com figuras e lendo alguns trechos. Contar a mesma história várias vezes. A criançada não exige um conto diferente por dia. A repetição interpretada com entusiasmo e criatividade prende a atenção, gerando expectativa e previsibilidade, itens importantes no processo comunicativo.

– Quando estiver conversando com a criança, esteja sempre no seu campo visual, ou seja, mantenha o contato olho no olho. O toque e o olhar são essenciais para o desenvolvimento da criança, valorize o contato com seu filho (a).

– Estimule os órgãos usados para a fala (lábios, língua, bochechas por meio de vibração e estalo de  lábios e língua (de maneira lúdica: imitar som de carro, do cavalo etc) ou por meio de sons onomatopéicos (som do cachorro, do gato, do telefone, da cobra etc).

– Para ajudá-la no desenvolvimento do vocabulário, faça com que ela identifique as atividades realizadas por ela mesma e atividades do cotidiano. Proporcione sempre palavras novas, mesmo que no momento ela não consiga pronunciá-las.

Todos que convivem e cuidam da criança devem estar comprometidos em estimular o seu desenvolvimento.

 

 

Thuila Corezola Ramos

Fonoaudióloga

Crfa 7 – 9786

thuila.fono@gmail.com

 

 

Alimentação Infantil – Dicas úteis para ajudar você e seu filho

Sabemos que a alimentação infantil nem sempre é tarefa fácil. Mas acima de tudo, é um gesto de carinho, afeto e cuidado! Temos na comida o conforto, os nutrientes, e as vitaminas necessárias para o desenvolvimento saudável.
Sabe-se que a alimentação saudável é treino diário. É necessário mostrar empenho e fazer com que as crianças participem do processo de criação da comida. É em casa que a criança aprende a comer bem, de forma saudável e consciente. Cuide com o que você come na frente do seu filho. Exemplos são tudo!
Para que seu filho goste de um alimento, é necessário que ele o prove várias vezes. Ele precisa ter contato várias vezes. Pensando nisso, é bom envolver a criança. Faça com que seu filho participe na criação de uma mini horta, por exemplo. Mesmo morando em apartamentos pequenos, pode-se plantar em jardineiras temperos, verduras… isso estimula a criança a cuidar e dar valor ao alimento. Um incentivo positivo na hora de montar o prato: comer o que plantou!
Outra dica bem bacana é envolver a criança no planejamento do cardápio e das compras do mês, gerando envolvimento e comprometimento com o que está sendo planejado, além de ser uma ótima oportunidade de trocas e para que você ensine mais sobre os alimentos e nutrientes.
Todas as atenções devem ser voltadas à refeição. Nada de tablet, ipad, televisão ou celular na hora da comida. O momento da refeição é uma oportunidade para família estar junta e interagir.
Mandamentos da boa alimentação infantil:
• Comer sentado à mesa
• Comer sem distrações
• Comer sozinho
• Ter cinco cores no prato
• Experimentar novos alimentos
• Comida não é moeda de troca
• As regras da boa alimentação devem valer para a família. Dê exemplo.

A BBDU quer estar sempre ao lado dos papais e mamães para dar aquela mãozinha em todas as horas, e ajudar seu filho a comer melhor é uma delas. Por isso, desenvolvemos uma linha de produtos que podem auxiliar nesse processo, que nem sempre é fácil à família.

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Jogo da Boa Alimentação: Criativo e estimulante, é um jogo para toda a família praticar nas refeições. É um jogo de dados, onde em cada face há uma tarefa a ser cumprida, como por exemplo: “Comer uma coisa amarela ou branca”, “Chefe manda”, “Comer a coisa que menos gosta na mesa” “Mastigar 20 vezes o que quiser antes de engolir” entre outras. Cada um joga e tem que cumprir o que é proposto. Embora seja um jogo, não é uma competição, não há ganhadores. Ou melhor, todos ganham!

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Mural Comer Bem: Comer bem e saber ter uma vida saudável nem sempre é muito fácil, ainda mais ensinar isso aos pequenos, então criamos este mural, para ajudar papais e mamães nesta missão, fazendo dela uma brincadeira gostosa. É um mural metálico com ímãs de atividades que estimulam a boa alimentação, criadas em parceria com uma nutricionista infantil, e estrelas. Ao cumprir de cada tarefa, a criança ganha uma estrela.
Pote do Reconhecimento: Pode ser usado no controle alimentar de crianças obesas ou na redução de algum item que esteja sendo consumido em excesso como refrigerante, frituras ou guloseimas.
Combinar regras ou objetivos e premiar a criança pela sua conquista é uma forma saudável de estimulá-la a atingir suas próprias metas e cumprir com o combinado. O reconhecimento é um dos fatores de sucesso mais importantes para nós seres humanos.

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O uso do pote é simples, basta combinar o objetivo, a criança “se comprometerá” com ele “assinando” na tampa do pote o seu compromisso de fazer o pote ficar cheinho, a cada dia que o objetivo é atingido ela coloca uma pedrinha no pote (as pedrinhas parecem pedras preciosas e elas adoram). Pronto! Quando o pote ficar cheinho (após pelo menos 50 dias) a criança já estará acostumada com a mudança e se a família desejar uma recompensa pode ser dada.

Se você quiser saber mais sobre estes produtos, também pode assistir aos vídeos que preparamos com muito carinho em nossa canal do Youtube: BBDU_videos.

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Ansiedade de Separação: como lidar com esta tão temida fase!

Estamos super felizes aqui na BBDU, pois a Karen Dedavid, psicóloga, mãe da Victória e minha amiga querida (da Ju), vai começar a escrever para o Blog da BBDU. Serão textos simples e objetivos, mas que falam de situações que todas as mães de primeira, segunda, terceira … viagem passam. Espero que gostem, nós adoramos o primeiro!

Apesar de existir um consenso entre psicólogos, psiquiatras e pediatras de que esta fase é absolutamente normal, pode não ser tão simples passar por ela (tanto para a criança quanto para os pais).
Ela acontece por que, inicialmente, o bebê não tem a percepção de que ele e a mamãe são seres distintos. É uma simbiose completa. Em torno dos seis meses (mas pode estar presente até em torno dos dois anos de idade), o bebê começa a moldar o que depois se transformará em independência. Mas nesta fase, ele ainda não se dá conta da constância dos objetos, ou seja, tudo aquilo que “some” pode nunca mais voltar. Por isso a choradeira quando você (e as pessoas mais significativas para o bebê) sai.
Já entendemos que esta é uma fase normal do desenvolvimento e que demonstra que o seu bebê está percebendo o mundo à sua volta. Mas como passar com tranquilidade por este momento?
Procure controlar a própria ansiedade e entender que esta fase vai passar. Quanto mais tranquilo o adulto estiver, maior segurança passará para o bebê;
Não caia na tentação de sair escondido ou “de fininho”, despeça-se da criança com tranquilidade, dando “tchau” e dizendo que irá retornar;
Os chamados “objetos transicionais” ajudam a aumentar a segurança do pequeno. Pode ser um paninho, brinquedo, fraldinha… Qualquer objeto que lhe traga segurança;
Despeça-se, mas não prolongue este momento, certamente o bebê irá parar de chorar alguns minutos depois quando estiver com outra pessoa em quem confia;
A famosa brincadeira de esconde-esconde e “achou!” são ótimos exercícios para que o bebê entenda a constância de sua presença e dos objetos;
Brinque com seu bebê, passe o tempo realmente juntos, construam um vínculo firme, torne os momentos agradáveis…
E você mamãe, acredite que este momento irá passar. Se necessário, apoie-se e divida as angústias com amigos ou com profissionais. Em caso de crianças maiores, um calendário, relógio ou um mural podem ajudar a construir a noção de retorno.
Karen Dedavid
CRP 07/09836
Psicóloga, psicanalista, especialista em Psicologia Hospitalar e mãe da Victoria
Email: kdedavid@hotmail.com

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Caixa com texturas para bebês



O post de hoje da Psicomotricista Manuelita é bem bacana, é mais uma dica de brincadeira simples, barata e que estimula os pequenos. Bem legal!

Em nível neuropsíquico tudo está inter-relacionado, o bebê ainda não separa muito bem os estímulos sensitivos, sensoriais e motores. É por isto que o cérebro precisa receber informação do lado interno e externo do corpo, para conhecer cada vez mais a fonte do estímulo. Isto permite movimentos e respostas cada vez mais complexas e organizadas.
Este brinquedo estimula principalmente o tato e é super fácil de fazer.
Numa caixa de papelão apoiada de cabeça para baixo, colar diferentes objetos com texturas diferentes. Pode ser lixa grossa e lixa fina, esponjas de diferentes texturas, várias fitas juntas, grama sintética, penas de diferentes cores e tamanhos, corda grossa, etc. Serve qualquer coisa com uma textura interessante.
Você pode estimular que a criança sente, colocando a caixa para cima ou de bruços colocando a caixa de lado.
Esta atividade além de estimular o tato, estimula a capacidade de atenção, a coordenação motora e a motricidade fina.

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Licenciada em Psicomotricidade Manuelita Dotti Consultório e Aulas de Psicomotricidade para mães e bebe no Amamãe. dottimanuela@gmail.com

Brincadeira sensorial com diferentes ingredientes

Hoje vou mostrar uma brincadeira muito legal para fazer com os seus filhos.
As brincadeiras sensorias estimulam o corpo todo. Quando a criança toca as diferentes texturas dos ingredientes, está estimulando o toque, a percepção, a sensibilidade ao tato, a diferenciação entre texturas, entre outros. Ao colocar os ingredientes dentro de recipientes, também estamos estimulando a coordenação óculo manual, o conceito de que tem objetos ocos e que uma coisa pode entrar dentro de outra. Ou seja, uma simples atividade como esta estimula as áreas motoras, cognitivas, sensoriais e claro o vínculo com o adulto com quem realiza a brincadeira.
É preciso algumas latas de diferentes tamanhos de leite em pó vazias e diferentes ingredientes (arroz, farinha, feijão, erva mate, milho, polenta, etc). Também é legal colocar potes pequenos vazios para que a criança brinque de passar os ingredientes de um pote a outro.
Em cada lata coloca-se um ingrediente e deixa-se a lata tapada. Coloque no chão algum plástico ou lona para proteger o local. Apresente o espaço para a criança com as latas tapadas e os potes pequenos. Mostre pra ela como cada uma faz um som diferente. Estimule a abrirem as latas e explorarem o que tem dentro. Permita que a criança explore ao seu tempo e misture os ingredientes.
Tem crianças que não gostam num primeiro contato, pois a brincadeira envolve a arte de sentir, misturar e se sujar! É importante respeitar o tempo e o gosto particular de cada criança! Importante é tentar outras vezes!

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Licenciada em Psicomotricidade Manuelita Dotti
dottimanuela@gmail.com
Consultório, Rua Jose Antonio Aranha, 85. (Amamãe).
9304.1935 – 3907.9865. Três Figueiras – Porto Alegre.

Aulas de Psicomotricidade para mães e bebês!

Olá! Hoje gostaria de compartilhar com vocês uma novidade para mães e bebês de Porto Alegre.
Aulas de Psicomotricidade para mães e bebês! São grupos de mães e bebês de 0 a 24 meses que juntam-se uma vez por semana para realizar atividades que estimulam o desenvolvimento da criança.
Cada semana tem uma atividade diferente. A mesma é planejada para desenvolver ao máximo o potencial psicológico, físico e social da criança. Não são exercícios físicos, são atividades em forma de brincadeiras que permitem a cada mãe interagir com o seu filho ao mesmo tempo que o estimula.
Um dos objetivos é fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Isto é trabalhado através do respeito pela individualidade de cada criança e pela escuta do que o corpo da criança fala. Estes aspectos favorecem a comunicação não verbal e por tanto a compreensão dos desejos e necessidades que cada criança tem.
As aulas, também proporcionam um espaço de sociabilidade entre as crianças e as mães, que encontram um lugar para compartilhar a suas experiências e dúvidas sobre a maternidade. E para ajudar nas suas diversas dúvidas que surgem, uma vez por mês há uma aula com a Psicóloga Natacha Monteiro.

As aulas são realizadas no Amamãe, que é um espaço único de saúde, bem-estar e informação para mulheres nas fases de pre-gestação, gestação e pós-parto.

Horário das turmas:

  • Turmas bebês de 0 a 12 meses: segunda-feira às 16hs.
  • Turma bebês de 12 a 24 meses: quarta-feira às 16hs.

A aula tem duração de uma hora e a criança deverá estar acompanhada pela mãe, pai ou ambos.

Importante! A primeira aula experimental é gratuita!

Para mais informações ou agendamento de aula experimental entre em contato com Amamãe
Fone: 3907-9865 ou 3907-9859. Rua José Antônio Aranha 85, Bairro Três Figueiras.

 

Lic. em Psicomotricidade Manuelita Dotti
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