Seu filho é chato para comer?

A minha é … Na verdade não que ela seja chata, mas parece que tudo no mundo é mais interessante do que comer. É difícil fazer com que ela mantenha o foco na refeição, e foi assim desde sempre. Quando as frutas foram introduzidas e depois as comidas amassadas, iniciou minha saga. Em cada horário de refeição, eu tinha que separar um bom tempo, pois era uma novela.
E quem me conhece sabe que eu não sou a senhora paciência. Foi aí que surgiu a ideia do Jogo da Boa Alimentação. Nós já tínhamos o Mural das Conquistas Comendo Bem, mas como eu usava o Mural para outros objetivos com ela, queria algo diferente e que envolvesse todos nós.
Aqui em casa a família consegue quase sempre estar junta, então conseguimos todos participar. O jogo é simples, mas funciona muito bem. Cada lado do dado tem uma instrução, relacionada à alimentação que quem tira tem que cumprir. Mais uma vez, a nossa super parceira, a nutricionista Ana Terrazan revisou o trabalho e os dados surgiram.
Você monta os dados e cola os adesivos conforme a necessidade de seu filho. Tem itens mais voltados para criança que precisam comer mais (como por exemplo: comer uma colherada bem grande ou comer duas colheradas). Tem itens para criança diversificar o que come, como por exemplo: comer o que menos gosta, comer algo verde, comer algo amarelo ou branco. Também tem os prediletos que tornam o jogo uma brincadeira, que é o “pula a vez” e o “chefe manda”. São 12 itens que você pode montar em 1 ou 2 dados.
Como é um jogo para toda família, a criança não é o centro das atenções e ela vê ao longo dos dias o pai e a mãe comendo coisas que não gostam tanto, experimentando de tudo, mastigando com mais calma… Enfim, todos ganham, se divertem e se conhecem um pouquinho mais. Depois de 8 anos de casada descobri que meu marido não gosta muito de tomate 🙂

Beijo e até o próximo,

Juliana

A IMPORTÂNCIA DE DESENVOLVER O HÁBITO DA LEITURA

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Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. É através da leitura que a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores.
A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. A memória visual é ativada, e este é um recurso importante de aprendizado.

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Então, o que está esperando? Veja estas dicas e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece:
– Comece cedo: As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de se tornar um leitor assíduo. Mostram também que o contato com narrativas melhora o futuro desempenho da criança. Por isso, leia para seu filho desde bebê. É importante usar a entonação e a emoção!
– Organize-se: Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura.
– Envolva-se: Antes de qualquer coisa, porque isso vai estreitar o vínculo familiar… Afinal, trata-se de uma experiência compartilhada. Lendo, você ri e se emociona, mostra à criança seu lado humano e capta os sentimentos dela.
– Para crianças pequenas: Muitos dos livros para crianças em fase de pré-alfabetização são verdadeiros brinquedos. Coloridos e dobráveis, eles são muito lúdicos, o que estimula o gosto pelos livros.
– Dê o exemplo: Quer que seu filho leia mais? Então faça o mesmo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura.
Sempre que estiver lendo um jornal, chame seu filho para ver algo interessante que você encontrou. Pode ser uma tirinha engraçada, uma imagem ou uma notícia do interesse dele.
Não sabe que programas fazer com as crianças? Frequente livrarias. Deixe seus filhos folhearem os livros, leia histórias para eles e, quando possível, leve algum para casa. E, mesmo que você possa, não compre muitos num só dia. Procure manter o hábito de voltar lá outras vezes e levar um por vez.
Boa leitura!!!!

Xô Monstro!

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Os medos na infância, muitas vezes, são invisíveis e incompreensíveis aos olhos de um adulto, mas para criança eles existem e são reais.
Entre os 3 e os 5 anos os medos costumam ser mais intensos e cheios de fantasias. Entre 6 e 7 anos começam a diminuir, quando a criança começa a adquirir mais recursos cognitivos e adaptativos. O foco do medo muda no decorrer do desenvolvimento da criança, pois à medida que ela cresce e seu mundo amplia. Assim, ela começa a se adaptar e desenvolver novas habilidades para dominar aquilo que antes a assustava. Por isso os medos de uma criança de 3 anos são diferentes dos de uma de 8 anos.
Para as crianças pequenas, a figura do monstro costuma ser a “personificação” de muitos medos. O monstro é uma figura negativa, normalmente feia e que pode significar uma série de medos, e é nessa hora que você pode lançar mão do Repelente de Monstros. Costumamos associar o repelente aos medos de escuro ou dormir sozinho, mas ele pode dar uma mãozinha em diversas situações, de medo ou não… Pois você pode dar nome de monstro para alguns comportamentos indesejados e usar o repelente para ajudar seu filho a evitá-los.

– Medo de ir para escola: é muito comum as crianças não quererem ir para escola, isso ocorre por varias razões, mas a mais comum é querer estar junto dos pais o tempo todo. Nesta hora você pode contar uma história, dizer que esse medo chama-se saudade e existe um monstrinho que fica na cabeça da gente querendo que a mamãe ou o papai fique perto o tempo todo, mas quando este monstrinho está lá, ele não deixa a gente ver que tem muitas outras coisas legais para fazer, que temos amigos, brinquedos diferentes, atividades na escola e que se espantarmos este monstrinho vamos nos divertir e o tempo vai passar bem rapidinho e logo o papai e a mamãe estarão de volta. Dê o repelente para criança, deixe que ela borrife a água nela ou onde quiser para espantar esse monstrinho. Isso vai dar mais segurança para que vá e fique bem, se necessário deixe-a levar o repelente.

Medo do abandono, de ficar sozinho ou da morte: entre os 3 e 6 anos, as crianças normalmente estão expandindo suas relações, começam a frequentar a escola e ficar mais tempo longe das figuras de segurança (pai, mãe, outros familiares…). Isto faz com que comecem a perceber a possibilidade de abandono e solidão. Neste caso, você também pode contar uma história, dizer que este medo chama-se insegurança, que é um monstro que todos nós temos, mas que borrifar o repelente ajuda a afastar o monstro da insegurança. Deixe a criança borrifar a água onde desejar.

– Medo de mudanças: falamos desde as mudanças mais concretas (como mudança de cidade, casa ou escola), como mudanças subjetivas do crescimento. O Repelente de Monstros pode ser usado para espantar o medo “das coisas novas”. Todos nós sentimos quando saímos da “zona de conforto”. Para as crianças isto pode ser mais intenso. Utilize o Repelente como um spray que manda o “medo do novo” embora. Mostre que toda vez que a criança borrifar, o monstro vai ficando pequeninho, menorzinho, até sumir!

Monstro da bagunça: manter a organização do ambiente é um aprendizado para as crianças. Naturalmente e sem intervenção de um adulto, os brinquedos e objetos pessoais ficariam uma bagunça só. Use o Repelente para tornar este momento mais divertido! Estimule a criança a borrifar o spray e jogar a desorganização para bem longe. Aproveite para mandar embora também o monstro da Preguiça. Faça do Repelente seu aliado no momento do “guarda-guarda”.

– Monstro do não empresto: É natural que durante a infância a criança não queira dividir seus brinquedos, roupas e até a atenção dos pais. O “não empresto” é muito comum e os adultos tem o papel de orientar a criança a aprender a dividir. Mostre que dividir não traz perdas. Quando este monstrinho chato e “resmungão” se aproximar, use o spray e o mande para bem longe. Inclusive na hora de uma crise de não querer emprestar, borrifar um pouquinho da água do spray nela, “quebrará” a tenção do momento e ela poderá começar a rir, tornando mais fácil convencê-la a emprestar ou desviando a atenção dela para outra coisa, o que faz ficar mais fácil ceder o brinquedo.

Estes são alguns exemplos de medos e monstrinhos que o repelente poderá ajudar você e seu filho a espantar. Seja criativo, acompanhe a fantasia do seu filho e utilize o Repelente como seu aliado. Não se esqueça de falar dos seus medos e de seus monstrinhos na cabeça, para que a criança entenda que os adultos também têm seus “monstros” a espantar.
Boa diversão!

Para conhecer o Repelente de Monstros da BBDU, clique aqui.

É época de adaptação escolar…

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Mais um ano letivo inicia e surge um novo desafio para uma série de crianças, bebês e seus pais. A entrada na escola, independentemente da fase em que seu filho se encontra, é um momento importantíssimo do desenvolvimento social, intelectual e afetivo. E como passar por esta etapa e ajudar seu filho a enfrentar este desafio?
Nenhuma mudança é fácil, e para que a adaptação escolar ocorra da melhor maneira possível, precisa ser bem conduzida, minimizando sofrimentos desnecessários. É um momento que gera sentimentos contraditórios nos pais, pois existe o desejo de manter seu filho sempre sob sua proteção exclusiva, mas ao mesmo tempo o entendimento que a escola propicia a aquisição de novas habilidades, novas amizades, novas conquistas…
O primeiro passo é a escolha da escola. Esta escolha já faz parte da adaptação, pois é de extrema importância que os pais sintam-se seguros e familiarizados com o local, e profissionais com os quais deixarão seu filho. As crianças sentem de forma surpreendente as reações dos pais, ou seja, se você estiver inseguro quanto à escolha da escola, irá dificultar o processo de adaptação.
Assim como em outras situações naturais da vida, a criança ou bebê poderá ficar curioso e entusiasmado, mas ao mesmo tempo apreensivo e com medo da mudança. Cada processo deve ser individualizado, levando-se em consideração a idade da criança, suas características e necessidades. A escola tem papel fundamental em demonstrar acolhimento e disposição em ser uma “parceira” da família neste processo.
A adaptação de bebês costuma ser mais tranquila, mas por outro lado pode gerar intenso sentimento de culpa nos pais. Já crianças maiores, entre 1 e 2 anos, podem ter um processo de adaptação mais complexo, pois costumam ficar mais angustiados frente à possibilidade de abandono.
Dicas que podem auxiliar você e seu filho, em qualquer idade e etapa do desenvolvimento:
– Lembre-se de comunicar-se com seu filho, explicando do seu jeito que a rotina vai mudar e que vai conhecer um novo mundo, cheio de possibilidades. Se possível, deixe a criança participar de toda preparação, comprando o material escolar, indo conhecer a escola, mostrando fotos do local;
– Em geral, as escolas combinam com os pais um período em que estes acompanharão e estarão presentes, disponíveis para o filho. O tempo dentro da escola costuma ir aumentando gradualmente. Procure seguir as orientações da escola, estando pronto para apoiar seu filho, mas não esquecendo que dentro de sala de aula a maior autoridade é do professor. Mostre-se presente, mas confiante nos profissionais;
– Especialmente com bebês e crianças muito pequenas, pode ser útil e reconfortante, ter um objeto familiar que possa levar para a escola;
– Cumpra SEMPRE as combinações com seu filho. Seja transparente, dizendo se ficará na escola ou se saíra para o trabalho e voltará depois. Não esqueça que o choro poderá acontecer, pois é a forma que a criança mais conhece de se comunicar. Mas é importante que ela possa confiar na palavra e combinações dos pais;
– Deixe de lado a tentação de sair “de fininho”. Novamente, é outra situação que pode “facilitar” a saída dos pais, mas gerar muito medo de abandono, pois uma grande parte das crianças nesta fase ainda não adquiriu a confiança de que tudo que sai de seu campo de visão continua existindo;
– Procure manter o equilíbrio entre uma postura continente, afetiva e ao mesmo tempo segura e firme. É importante que a criança sinta que você está seguro e acredita que o melhor para ela é frequentar a escola. Não hesite em pedir apoio aos profissionais da escola ou dividir seus momentos difíceis com outros pais;
– Para crianças maiores, em torno de 3 anos, quando a comunicação verbal já está mais desenvolvida, pode-se fazer combinações mais específicas, valorizando cada conquista, cada dia em que conseguiu cumprir as combinações e ficar mais tempo na escola;
A vida escolar inicialmente gera uma série de angústias, como qualquer grande modificação em nossas vidas. Mas é importante manter o foco nos aspectos positivos, num mundo de possibilidades que se abre para a criança: mais estímulos, novas amizades, novas conquistas, maior independência e a possibilidade de desenvolver-se como pessoa. Boa sorte e um bom início de ano!

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Ansiedade de Separação: como lidar com esta tão temida fase!

Estamos super felizes aqui na BBDU, pois a Karen Dedavid, psicóloga, mãe da Victória e minha amiga querida (da Ju), vai começar a escrever para o Blog da BBDU. Serão textos simples e objetivos, mas que falam de situações que todas as mães de primeira, segunda, terceira … viagem passam. Espero que gostem, nós adoramos o primeiro!

Apesar de existir um consenso entre psicólogos, psiquiatras e pediatras de que esta fase é absolutamente normal, pode não ser tão simples passar por ela (tanto para a criança quanto para os pais).
Ela acontece por que, inicialmente, o bebê não tem a percepção de que ele e a mamãe são seres distintos. É uma simbiose completa. Em torno dos seis meses (mas pode estar presente até em torno dos dois anos de idade), o bebê começa a moldar o que depois se transformará em independência. Mas nesta fase, ele ainda não se dá conta da constância dos objetos, ou seja, tudo aquilo que “some” pode nunca mais voltar. Por isso a choradeira quando você (e as pessoas mais significativas para o bebê) sai.
Já entendemos que esta é uma fase normal do desenvolvimento e que demonstra que o seu bebê está percebendo o mundo à sua volta. Mas como passar com tranquilidade por este momento?
Procure controlar a própria ansiedade e entender que esta fase vai passar. Quanto mais tranquilo o adulto estiver, maior segurança passará para o bebê;
Não caia na tentação de sair escondido ou “de fininho”, despeça-se da criança com tranquilidade, dando “tchau” e dizendo que irá retornar;
Os chamados “objetos transicionais” ajudam a aumentar a segurança do pequeno. Pode ser um paninho, brinquedo, fraldinha… Qualquer objeto que lhe traga segurança;
Despeça-se, mas não prolongue este momento, certamente o bebê irá parar de chorar alguns minutos depois quando estiver com outra pessoa em quem confia;
A famosa brincadeira de esconde-esconde e “achou!” são ótimos exercícios para que o bebê entenda a constância de sua presença e dos objetos;
Brinque com seu bebê, passe o tempo realmente juntos, construam um vínculo firme, torne os momentos agradáveis…
E você mamãe, acredite que este momento irá passar. Se necessário, apoie-se e divida as angústias com amigos ou com profissionais. Em caso de crianças maiores, um calendário, relógio ou um mural podem ajudar a construir a noção de retorno.
Karen Dedavid
CRP 07/09836
Psicóloga, psicanalista, especialista em Psicologia Hospitalar e mãe da Victoria
Email: kdedavid@hotmail.com

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Alimentação saudável: começa em casa e pode ser bem divertido!

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Uma alimentação saudável é importante desde o nascimento à terceira idade, mas é na primeira infância que devemos introduzir bons hábitos alimentares, preconizando que a criança se alimente de forma adequada.
Sabemos que estes hábitos vão mudando ao longo da vida por diversos motivos, preferências, sensações de prazer ou desprazer, influências… No entanto, o ato de se alimentar vai sendo construído diariamente, e os pais são os maiores exemplos para os filhos, seja na escolha dos alimentos ou na forma como se portam à mesa. Se você pretende que seu filho coma brócolis, sirva no seu prato também. Se quer que ele se concentre na comida, faça isso também e não leve o celular à mesa, por exemplo.
Esse aprendizado por parte da criança não se baseia apenas em oferecer alimentos saudáveis. É importante que as refeições sejam feitas em local adequado, ambiente calmo e, de preferência, com a família. Televisão ligada, celulares e outras distrações não são indicadas, mas isso não quer dizer que este momento não possa ser de descontração e de conversa entre a família.
Abaixo, listamos umas dicas bem interessantes citadas pela Nutricionista Carolina Pitta (CRN1 9379), para melhorar o consumo de frutas e verduras no cardápio da família:
1. Aproveite a facilidade da internet e faça pesquisa sobre os vegetais e frutas que são mais consumidos em casa. Assim as crianças conhecem o alimento e seus benefícios, ou os malefícios pela falta de consumo;
2. Leve as crianças para a feira ou para o supermercado e peça ajuda no momento da seleção das frutas e vegetais. Aproveite esse momento para mostrar as cores, as texturas, os cheiros;
3. Seja um exemplo, consuma frutas e vegetais, diariamente, na presença das crianças;
4. Mesmo que a refeição fique no fogão, a salada deve estar na mesa e, se possível, que contenha uma ou duas frutas para serem consumidas como sobremesa;
5. Nunca deixe de oferecer frutas e vegetais. O importante é variar nas formas de preparo e corte;
6. Faça preparações que favoreçam a presença de frutas e vegetais. Desta forma a alimentação ficará mais rica em fibras, vitaminas, sais minerais e água, além das proteínas, carboidratos e lipídeos;
7. Nunca force o consumo de vegetais, seja por obrigação, seja troca, seja por chantagem. Essa prática pode levar à aversão ou trauma alimentar. Apenas ofereça, fale dos benefícios e consuma na presença dos filhos.

Além dessas dicas, a BBDU possui ferramentas que poderão auxiliar na introdução de novos e mais saudáveis hábitos alimentares. Uma novidade aqui é o Jogo da Boa Alimentação, um dado para ser usado por todos à mesa. Como falamos acima, a hora da refeição não precisa ser séria e sem atrativos. Este tipo de jogo envolve a família e incentiva a criança à experimentar novos sabores! Conheça o Jogo e saiba mais em nosso site: http://www.bbdu.com.br

Organização vem de berço

Criança tem que brincar e se divertir, mas a ordem também é fundamental para a educação!
E naturalmente, sem complicação, junto com a brincadeira, a criança pode aprender a organizar.
Mas, como ensinar? O que fazer?
INCENTIVE. A partir de 2 anos, a criança pode ajudar em algumas tarefas: incentive-a a guardar os brinquedos após o uso e a roupa suja no local adequado. Vá ajustando as tarefas de acordo com a idade e sempre a mantenha envolvida na tarefa de organizar.
FACILITE. A tarefa deve ser fácil e atraente: instale caixas ou cestos na sala, quarto e espaços onde os brinquedos se espalham para que a criança possa colocá-los após a brincadeira. Para ajudar a criança a separar os brinquedos, utilize diferentes cores de caixas para cada tipo – boneca, carrinhos, bolas, etc. – e coloque etiquetas ou ilustrações dos objetos. Caixas transparentes facilitam a identificação. Os brinquedos preferidos devem ficar ao alcance. No roupeiro, coloque as roupas do dia a dia em local de fácil acesso, sem empilhar grandes quantidades, e instale colmeias nas gavetas para as roupas íntimas, o que facilita o manuseio e saber tudo o que tem. Ajuste uma sapateira para que a criança possa guardar os pares de sapatos juntos. Ensine a dobrar o pijama e guarda-lo sob o travesseiro. Mantenha as roupas separadas dos brinquedos.
DOE. Estimule a criança a doar o que não usa ou não serve – ainda em condições de uso –, exercitando o desapego, ajudando quem precisa e abrindo espaço para o novo.
DÊ O EXEMPLO. A organização deve começar pelos pais, que devem manter as próprias coisas em ordem. Mude os hábitos se necessário e mantenha a disciplina.
Por que ensinar a organizar?
A criança passa a ter maior senso de responsabilidade e disciplina, cuidado com os seus pertences, noção de tudo o que possui e preocupação com o próximo (caridade).
Por Fabiana Machado

(51) 9990.2477
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Sua casa organizada!
Sua empresa organizada!
Sua vida organizada!

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Os adesivos organizadores você encontra na BBDU (www.bbdu.com.br)