O medo faz parte da vida. A forma como lidamos com ele é o que faz diferença.

medo

Hoje postaremos mais um texto da psicóloga Denise Nascimento. Esperamos que gostem como nós gostamos.

O medo faz parte da vida. A forma como lidamos com ele é o que faz diferença.
Então, como ajudar a criança a enfrentar seus medos, desde os primeiros anos de vida?
Medo de altura… Insetos… Ladrão… Monstros… Entre outros medos. O que não podemos fazer, é fingir que os medos não existem.
A criança diz para o adulto que está com medo do monstro debaixo de sua cama. O adulto sabe que monstros não existem, mas a criança não, porque ela ainda mistura realidade e imaginação. Dizer a ela que monstros não existem não irá acalmar o seu temor. Nesse momento, o importante é acolher e mostrar que ela está protegida e em segurança.
Abaixo segue medos prováveis em cada fase da primeira infância:
💥 Até os 6 meses: medo de ruídos fortes ou gerado pela sensação da perda de segurança.
💥 7 aos 11 meses: a criança começa a distinguir rostos familiares. Pessoas estranhas tendem a assutá-la.
💥 1 ano: medo de ficar longe dos pais, temendo que desapareçam. Esse medo começa nessa fase e se intensifica nos próximos 3 anos.
💥 2 anos: a criança começa a entender a relação causa-efeito e experimenta sua falta de controle sobre o mundo, temendo barulhos altos como: trovões, trens, aspiradores.
💥 3-4 anos: a imaginação é muito fértil, por isso tem muito medo: pessoas fantasiadas, escuro, monstros, insetos e ficar sozinho.
💥 5 anos: os medos são mais concretos: se machucar, trovão, ladrão, medo de cachorro e de se perder dos pais.
💥 6-7 anos: senso de realidade está mais claro, porém ainda possui uma imaginação criativa, com medo de bruxas, fantasmas, tempestades, dormir sozinho ou que algo de ruim aconteça aos seus pais.
Como acolher o medo dos pequenos?
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Faça Terapia ❤

Denise Nascimento

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Tel para contato: (11) 964613290

psicodenise@hotmail.com

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Xô Monstro!

repelente

Os medos na infância, muitas vezes, são invisíveis e incompreensíveis aos olhos de um adulto, mas para criança eles existem e são reais.
Entre os 3 e os 5 anos os medos costumam ser mais intensos e cheios de fantasias. Entre 6 e 7 anos começam a diminuir, quando a criança começa a adquirir mais recursos cognitivos e adaptativos. O foco do medo muda no decorrer do desenvolvimento da criança, pois à medida que ela cresce e seu mundo amplia. Assim, ela começa a se adaptar e desenvolver novas habilidades para dominar aquilo que antes a assustava. Por isso os medos de uma criança de 3 anos são diferentes dos de uma de 8 anos.
Para as crianças pequenas, a figura do monstro costuma ser a “personificação” de muitos medos. O monstro é uma figura negativa, normalmente feia e que pode significar uma série de medos, e é nessa hora que você pode lançar mão do Repelente de Monstros. Costumamos associar o repelente aos medos de escuro ou dormir sozinho, mas ele pode dar uma mãozinha em diversas situações, de medo ou não… Pois você pode dar nome de monstro para alguns comportamentos indesejados e usar o repelente para ajudar seu filho a evitá-los.

– Medo de ir para escola: é muito comum as crianças não quererem ir para escola, isso ocorre por varias razões, mas a mais comum é querer estar junto dos pais o tempo todo. Nesta hora você pode contar uma história, dizer que esse medo chama-se saudade e existe um monstrinho que fica na cabeça da gente querendo que a mamãe ou o papai fique perto o tempo todo, mas quando este monstrinho está lá, ele não deixa a gente ver que tem muitas outras coisas legais para fazer, que temos amigos, brinquedos diferentes, atividades na escola e que se espantarmos este monstrinho vamos nos divertir e o tempo vai passar bem rapidinho e logo o papai e a mamãe estarão de volta. Dê o repelente para criança, deixe que ela borrife a água nela ou onde quiser para espantar esse monstrinho. Isso vai dar mais segurança para que vá e fique bem, se necessário deixe-a levar o repelente.

Medo do abandono, de ficar sozinho ou da morte: entre os 3 e 6 anos, as crianças normalmente estão expandindo suas relações, começam a frequentar a escola e ficar mais tempo longe das figuras de segurança (pai, mãe, outros familiares…). Isto faz com que comecem a perceber a possibilidade de abandono e solidão. Neste caso, você também pode contar uma história, dizer que este medo chama-se insegurança, que é um monstro que todos nós temos, mas que borrifar o repelente ajuda a afastar o monstro da insegurança. Deixe a criança borrifar a água onde desejar.

– Medo de mudanças: falamos desde as mudanças mais concretas (como mudança de cidade, casa ou escola), como mudanças subjetivas do crescimento. O Repelente de Monstros pode ser usado para espantar o medo “das coisas novas”. Todos nós sentimos quando saímos da “zona de conforto”. Para as crianças isto pode ser mais intenso. Utilize o Repelente como um spray que manda o “medo do novo” embora. Mostre que toda vez que a criança borrifar, o monstro vai ficando pequeninho, menorzinho, até sumir!

Monstro da bagunça: manter a organização do ambiente é um aprendizado para as crianças. Naturalmente e sem intervenção de um adulto, os brinquedos e objetos pessoais ficariam uma bagunça só. Use o Repelente para tornar este momento mais divertido! Estimule a criança a borrifar o spray e jogar a desorganização para bem longe. Aproveite para mandar embora também o monstro da Preguiça. Faça do Repelente seu aliado no momento do “guarda-guarda”.

– Monstro do não empresto: É natural que durante a infância a criança não queira dividir seus brinquedos, roupas e até a atenção dos pais. O “não empresto” é muito comum e os adultos tem o papel de orientar a criança a aprender a dividir. Mostre que dividir não traz perdas. Quando este monstrinho chato e “resmungão” se aproximar, use o spray e o mande para bem longe. Inclusive na hora de uma crise de não querer emprestar, borrifar um pouquinho da água do spray nela, “quebrará” a tenção do momento e ela poderá começar a rir, tornando mais fácil convencê-la a emprestar ou desviando a atenção dela para outra coisa, o que faz ficar mais fácil ceder o brinquedo.

Estes são alguns exemplos de medos e monstrinhos que o repelente poderá ajudar você e seu filho a espantar. Seja criativo, acompanhe a fantasia do seu filho e utilize o Repelente como seu aliado. Não se esqueça de falar dos seus medos e de seus monstrinhos na cabeça, para que a criança entenda que os adultos também têm seus “monstros” a espantar.
Boa diversão!

Para conhecer o Repelente de Monstros da BBDU, clique aqui.

Medos Infantis

medoinfantilPara começarmos a falar sobre este tema, devemos pensar que o correto seria utilizarmos a expressão “medos que iniciam na infância”, pois os medos infantis podem ser carregados conosco ao longo da vida.
O medo é necessário e saudável, pois é uma forma de “alerta” para possíveis situações de risco. Se formos exageradamente destemidos, nos colocaremos em constante perigo. Porém, a forma como passamos por esta etapa da infância é fundamental para crescermos como adultos seguros.
Os medos se manifestam em diversas etapas da infância, porém dos 3 aos 5 anos costumam ser mais intensos. É nesta fase da vida que a imaginação está a mil, e o mesmo processo que cria personagens como príncipes, grandes histórias, magia e heróis, também cria monstros e ideias de perda. Os medos mais comuns são: medo de escuro, de monstros, da morte de um dos pais, de animais e personagens.
Muitos medos vão se perder pelo caminho com o passar do tempo. Conforme a criança vai amadurecendo e se acostuma e passa a confiar no ambiente que a cerca, vai se sentindo mais capaz, com mais recursos internos para superar certos medos.
Neste processo, o papel de adulto é fundamental. A maior parte dos medos infantis podem e serão superados, desde que a criança encontre apoio e respeito por parte dos adultos. Evite menosprezar os medos, porém mostre-se “ao lado” da criança para enfrentarem juntos.
Importante:
– Seja coerente. Por exemplo, de nada adianta dizer que “o bicho-papão vai te pegar” para conseguir negociar com a criança e depois dizer que “monstros não existem”. Cuide com a exposição a programas de televisão e histórias que não sejam adequadas para a faixa etária do seu filho;
– Respeite o medo da criança, pois o medo pode ser uma fantasia, mas a sensação da criança é que ele é real; Tente agir com tranquilidade e mostrar-se seguro, seja um bom ouvinte;
– Procure utilizar brincadeiras criativas para ajudar a criança a enfrentar seus medos, dentro do seu próprio ritmo. Existem bom livros com historinhas sobre medo e instrumentos criativos com o spray contra monstros da BBDU;
– Reserva os alertas para situações de risco reais, tais como a forma de atravessar a rua, o uso do cinto de segurança no carro, a importância de falar com estranhos, entre outros;
Em um de seus livros, Béatrice Copper-Royer, psicanalista francês, destaca a enorme importância de os pais aprenderem a lidar com os seus próprios medos como forma preferencial de prevenir o desenvolvimento de medos, terrores e fobias nas crianças.

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